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	<title>Nutrição - Jornal Cidade RC</title>
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	<description>Jornal Cidade RC - Notíticas de Rio Claro/SP e região</description>
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	<title>Nutrição - Jornal Cidade RC</title>
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		<title>Anvisa avalia nova diretriz da OMS sobre adoçantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Divulgação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 May 2023 19:11:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Órgão da ONU desaconselhou uso do produto para controle de peso Por Paula Laboissière &#8211; Repórter da Agência Brasil &#8211; Brasília A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que vai avaliar, junto ao Ministério da Saúde e demais entes do governo, além de atores não governamentais, a nova diretriz da Organização Mundial da Saúde [&#8230;]</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/anvisa-avalia-nova-diretriz-da-oms-sobre-adocantes/243685/">Anvisa avalia nova diretriz da OMS sobre adoçantes</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Órgão da ONU desaconselhou uso do produto para controle de peso</h2>



<p><strong><mark style="background-color:#cf2e2e" class="has-inline-color has-white-color">Por Paula Laboissière &#8211; Repórter da Agência Brasil &#8211; Brasília</mark></strong></p>



<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que vai avaliar, junto ao Ministério da Saúde e demais entes do governo, além de atores não governamentais, a nova diretriz da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre adoçantes sem açúcar. Na última segunda-feira (15), o órgão das Nações Unidas publicou uma nota em que desaconselha o uso desse tipo de produto para controle de peso ou como estratégia para reduzir o risco de doenças não transmissíveis.&nbsp;</p>



<p>Em comunicado, a Anvisa destacou que o estudo da OMS não tem como objetivo rever o perfil de segurança dos adoçantes sem açúcar. “A recomendação é condicional, já que há necessidade de reunir mais informações sobre as consequências versus os benefícios da sua adoção, sugerindo aos países que ampliem a discussão em seus territórios, incluindo dados sobre a extensão de consumo dessas substâncias pela população nacional”.</p>



<p>“É importante destacar que o uso de adoçantes no Brasil deve ser autorizado pela agência, que realiza avaliações de segurança desses produtos. A análise é realizada com base nas diretrizes do Comitê de Especialistas em Avaliação de Segurança de Aditivos Alimentares da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e da OMS.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entenda</h2>



<p>A recomendação da OMS é baseada em resultados de uma revisão sistemática de evidências disponíveis que sugerem que o uso de adoçantes sem açúcar não confere nenhum benefício a longo prazo na redução da gordura corporal em adultos ou crianças. A lista inclui aspartame, sacarina, sucralose, stevia e derivados.</p>



<p>Os resultados da revisão, segundo a organização, também sugerem que pode haver efeitos potenciais indesejáveis provenientes do uso prolongado de adoçantes, como risco aumentado de diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e mortalidade em adultos.</p>



<p>Ainda de acordo com a entidade, o ato de substituir o açúcar por adoçantes não ajuda no controle de peso a longo prazo. A OMS pede que as pessoas considerem outras formas de reduzir a ingestão de açúcar, como consumir frutas e outros alimentos naturalmente adoçados, além de alimentos e bebidas sem nenhum tipo de açúcar.</p>



<p>“A recomendação se aplica a todas as pessoas, exceto indivíduos com diabetes pré-existente, e inclui todos os adoçantes sintéticos, naturais ou modificados que não são classificados como açúcares encontrados em alimentos e bebidas industrializados ou vendidos separadamente em alimentos e bebidas.”</p>



<p><strong><mark style="background-color:#cf2e2e" class="has-inline-color has-white-color">Edição: Juliana Andrade</mark></strong></p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/anvisa-avalia-nova-diretriz-da-oms-sobre-adocantes/243685/">Anvisa avalia nova diretriz da OMS sobre adoçantes</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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		<title>Exageros nas ceias de Natal e do Ano-Novo podem ser evitados; saiba como</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Montezzo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Dec 2022 16:01:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dia a Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bebidas]]></category>
		<category><![CDATA[Ceia de Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Comidas]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>GIOVANNA BALOGH SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) &#8211; No fim de ano, são inevitáveis certos exageros quando o assunto é alimentação nas confraternizações e nas ceias de Natal e de Ano-Novo. Mas, dá para curtir, comer de tudo e consumir bebidas alcoólicas com moderação. Segundo nutricionistas ouvidas pela Folha, o mais importante é ter uma boa [&#8230;]</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/exageros-nas-ceias-de-natal-e-do-ano-novo-podem-ser-evitados-saiba-como/235627/">Exageros nas ceias de Natal e do Ano-Novo podem ser evitados; saiba como</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>GIOVANNA BALOGH</strong><br><br><strong>SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)</strong> &#8211; No fim de ano, são inevitáveis certos exageros quando o assunto é alimentação nas confraternizações e nas ceias de Natal e de Ano-Novo. Mas, dá para curtir, comer de tudo e consumir bebidas alcoólicas com moderação. Segundo <strong><a href="https://www.jornalcidade.net/?s=Nutricionistas">nutricionistas</a></strong> ouvidas pela Folha, o mais importante é ter uma boa relação com os alimentos durante o ano todo para comer sem grandes preocupações.</p>



<p>A nutricionista Fernanda Timerman, idealizadora do <strong><a href="https://nutricaocomportamental.com.br/?gclid=Cj0KCQiAwJWdBhCYARIsAJc4idDhE3Gm63c8r05wqyxpHD5SO4JVnBdxj73PQw8HmbGRfVUtMzluKPYaAqMuEALw_wcB">Instituto Nutrição Comportamental</a></strong>, diz que é preciso tentar fazer as pazes e aceitar que é normal ter exageros nesta época. &#8220;Estamos habituados a operar na gangorra do 8 ou 80, dieta ou jaca, hiperfoco ou desatenção. Se aprendermos que o caminho do meio é uma possibilidade ao longo de todo o ano, quem sabe não chegamos menos dicotomizados no final dele e não precisamos repetir esse ciclo&#8221;, sugere a especialista.</p>



<p>Timerman explica que dá para comer de tudo e que vale negociar com a sua mente que você tem essa liberdade. &#8220;Sempre se pergunte antes: o que parece estar mais gostoso e vai satisfazer minha fome e me dar prazer? O que não parece estar tão gostoso, que eu posso renunciar hoje e comer em outro momento? Para os doces, é a mesma ideia.&#8221;</p>



<p>A nutricionista maternoinfantil Juliana Rebelo afirma que é importante nessas celebrações valorizar os momentos e as pessoas que estão lá, como os amigos e familiares ao redor da mesa. &#8220;Para comer bem, sem exagerar, é necessário estar presente e consciente do que você está fazendo naquele momento. Na hora de comer, apenas coma. Sem julgamento, sem culpa, sem pensar no passado ou no futuro. Aprecie cada garfada.&#8221;</p>



<p>Rebelo sugere que as pessoas façam uma pausa e um exercício para não comer no automático. &#8220;Como é a textura daquela comida na sua boca? É quente ou gelado? Macio ou crocante? Para onde esse sabor te leva? Comente com as demais pessoas que estão com vocês. Falem sobre receitas, modo de preparo, ingredientes. Quando comemos rápido demais, quando estamos ansiosos e eufóricos, não notamos o essencial de cada prato. E aí, vem o exagero.&#8221;</p>



<p>A nutricionista maternoinfantil dá uma dica do que fazer. &#8220;Respire fundo por três vezes e se observe. Coloque seus dois pés no chão. Sente-se confortavelmente. Faça uma oração ou um agradecimento. Tenha pensamentos positivos. Tenho certeza de que a experiência será muito diferente e maravilhosa.&#8221;<br>As sobras da ceia Timerman diz ainda que no dia seguinte sempre tem as sobras da ceia e que uma alternativa é um dia experimentar alguns pratos e, no dia seguinte, outros.</p>



<p>&#8220;Já quando falamos em consumo de bebidas alcoólicas, intercale sempre com água. E, é claro, é importante entender o seu limite e identificar quando você passa dele, prestando mais atenção às sensações físicas mais sutis. Quando você passa do ponto, não fica desagradável só para você, esse é um bom lembrete&#8221;, aconselha.</p>



<p>Para a especialista, o pior das ceias de Natal e do Ano-Novo é a sensação de culpa ao comer, a falta de atenção aos sinais do seu corpo e o pensamento &#8220;tudo ou nada&#8221;.</p>



<p>Rebelo observa que as pessoas comem mais nesta época, pois ficam seduzidas com a variedade disponível e querem provar de tudo. &#8220;Cuidado com a culpa exacerbada. A necessidade de querer fazer exercício para compensar também não adianta. Algumas pessoas chegam até a fazer jejum no dia seguinte. Qualquer uma dessas práticas pode desencadear distúrbios alimentares. Aproveite o momento e coma com atenção plena.&#8221;</p>



<p>Quem tem um comer mais intuitivo, ou seja, que não tem mentalidade de dieta, tende a ter menos exageros em situações sociais.</p>



<p>&#8220;A permissão de comer de tudo faz diminuir a vontade de comer tudo, pense nisso&#8221;, afirma Timerman. &#8220;E, se você vive nessa dicotomia angustiante, te convido a considerar fazer um trabalho de mudança de comportamento alimentar, com nutrição comportamental, que leva em consideração os aspectos culturais, emocionais e sociais da alimentação para além da questão biológica, que também é contemplada em uma princípio de uma nutrição mais gentil.&#8221;</p>



<p>Como fica a alimentação das crianças nas ceias de Natal e do Ano-Novo? As nutricionistas explicam que a alimentação dos pequenos deve ser vista da mesma forma que para os adultos. &#8220;É importante manter uma certa rotina alimentar e não impor proibições, evitar chantagens e associações negativas com a imagem corporal. O melhor exemplo são as atitudes, e cuidadores que têm uma relação mais tranquila com a comida transmitem isso, mais do que tentar educar por palavras&#8221;, diz Timerman.</p>



<p>Rebelo orienta a sempre trabalhar com previsibilidade e rotina para os pequenos. &#8220;Explique com antecedência para a criança como vai ser o dia da família. Se vão jantar mais tarde, pode ser que as crianças fiquem cansadas e optem por comer outra coisa antes. Por isso, é necessário que as outras refeições do dia tenham estrutura, planejamento e os nutrientes que aquela criança necessita de acordo com a sua faixa etária. &#8220;É bacana as crianças, principalmente os maiores, participarem dos rituais e comerem junto com os mais velhos&#8221;, sugere.</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/exageros-nas-ceias-de-natal-e-do-ano-novo-podem-ser-evitados-saiba-como/235627/">Exageros nas ceias de Natal e do Ano-Novo podem ser evitados; saiba como</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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