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	<title>Mercado Financeiro - Jornal Cidade RC</title>
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	<description>Jornal Cidade RC - Notíticas de Rio Claro/SP e região</description>
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	<title>Mercado Financeiro - Jornal Cidade RC</title>
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		<title>Cidades da região de Rio Claro são alvos da Operação Carbono Oculto da PF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Divulgação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 14:01:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Crime Organizado]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[GAECO]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Receita Federal e 10 órgãos deflagram operação em 8 estados para desmantelar esquema de sonegação, lavagem de dinheiro e infiltração no sistema financeiro via fintechs e fundos de investimento A Receita Federal e órgãos parceiros deflagraram, nesta quinta-feira, 28 de agosto, a “Operação Carbono Oculto”. Trata-se da maior operação contra o crime organizado da história [&#8230;]</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/cidades-da-regiao-de-rio-claro-sao-alvos-da-operacao-carbono-oculto-da-pf/281313/">Cidades da região de Rio Claro são alvos da Operação Carbono Oculto da PF</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Receita Federal e 10 órgãos deflagram operação em 8 estados para desmantelar esquema de sonegação, lavagem de dinheiro e infiltração no sistema financeiro via fintechs e fundos de investimento</h2>



<p>A Receita Federal e órgãos parceiros deflagraram, nesta quinta-feira, 28 de agosto, a “Operação Carbono Oculto”. Trata-se da maior operação contra o crime organizado da história do País em termos de cooperação institucional e amplitude.</p>



<p>O objetivo da ação é desmantelar esquema de fraudes e de lavagem de dinheiro no setor de combustíveis. Estão na mira da investigação vários elos da cadeia de combustíveis controlados pelo crime organizado, desde a importação, produção, distribuição e comercialização ao consumidor final até os elos finais de ocultação e blindagem do patrimônio, via fintechs e fundos de investimentos.</p>



<p>Estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão em cerca de 350 alvos (<a href="https://www.jornalcidade.net/wp-content/uploads/2025/08/Numero-de-alvos-por-cidade-Operacao-Carbono-Oculto-Receita-Federal.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clique aqui e confira aqui a lista de cidades e alvos em cada uma delas</a>) &#8211; pessoas físicas e jurídicas &#8211; localizados em oito estados: São Paulo, Espírito Santo, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rio de Janeiro e Santa Catarina. A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) também ingressou com ações judiciais cíveis de bloqueio de mais de R$ 1 bilhão em bens dos envolvidos, incluindo imóveis e veículos, para a garantia do crédito tributário.</p>



<p>As investigações apontam que o sofisticado esquema engendrado pela organização criminosa, ao mesmo tempo que lavava o dinheiro proveniente do crime, obtinha elevados lucros na cadeia produtiva de combustíveis. O uso de centenas de empresas operacionais na fraude permitia dissimular os recursos de origem criminosa. A sonegação fiscal e a adulteração de produtos aumentavam os lucros e prejudicavam os consumidores e a sociedade.</p>



<p>Operações financeiras realizadas por meio de instituições de pagamento (fintechs), em vez de bancos tradicionais, dificultavam o rastreamento dos valores transacionados. Por fim, o lucro auferido e os recursos lavados do crime eram blindados em fundos de investimentos com diversas camadas de ocultação de forma a tentar impedir a identificação dos reais beneficiários.</p>



<p>Participam da operação cerca de 350 servidores da Receita Federal, além de servidores do Ministério Público de São Paulo (MPSP), por intermédio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco); Ministério Público Federal, por meio do Gaeco; Polícia Federal; Polícias Civil e Militar; Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz/SP); Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP); e Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo (PGE/SP).</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Cerca de 1.000 postos de combustíveis vinculados ao grupo movimentaram R$ 52 bilhões entre 2020 e 2024. Fintech atuava como banco paralelo da organização e movimentou sozinha R$ 46 bilhões não rastreáveis no período. Pelo menos 40 fundos de investimentos foram utilizados como estruturas de ocultação de patrimônio.</p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading">Fraudes</h3>



<p>Importadoras atuavam como interpostas pessoas, adquirindo no exterior nafta, hidrocarbonetos e diesel com recursos de formuladoras e distribuidoras vinculadas à organização criminosa. Somente entre 2020 e 2024, foram importados mais de R$ 10 bilhões em combustíveis pelos investigados.</p>



<p>Por sua vez, formuladoras e distribuidoras, além de postos de combustíveis também vinculados à organização, sonegavam reiteradamente tributos em suas operações de venda. A Receita Federal já constituiu créditos tributários federais de um total de mais de R$ 8,67 bilhões em pessoas e empresas integrantes do esquema.</p>



<p>Outra fraude detectada envolvia a adulteração de combustíveis. O metanol, importado supostamente para outros fins, era desviado para uso na fabricação de gasolina adulterada, com sérios prejuízos para os consumidores.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Lavagem de dinheiro</h3>



<p>As formuladoras, as distribuidoras e os postos de combustíveis também eram usados para lavar dinheiro de origem ilícita. Há indícios de que as lojas de conveniência e as administradoras desses postos, além de padarias, também participavam do esquema.</p>



<p>Auditores-fiscais da Receita Federal identificaram irregularidades em mais de 1.000 postos de combustíveis distribuídos em 10 estados (SP, BA, GO, PR, RS, MG, MA, PI, RJ e TO). &nbsp;A maioria desses postos tinha o papel de receber dinheiro em espécie ou via maquininhas de cartão e transitar recursos do crime para a organização criminosa por meio de suas contas bancárias no esquema de lavagem de dinheiro. Entre 2020 e 2024, a movimentação financeira desses postos foi de R$ 52 bilhões, com recolhimento de tributos muito baixo e incompatível com suas atividades. Os postos já foram autuados pela Receita Federal em mais de R$ 891 milhões.</p>



<p>No entanto, cerca de 140 postos eram usados de outra forma. Eles não tiveram qualquer movimentação entre 2020 e 2024, mas, mesmo assim, foram destinatários de mais de R$ 2 bilhões em notas fiscais de combustíveis. Possivelmente, essas aquisições simuladas serviram para ocultar o trânsito de valores ilícitos depositados nas distribuidoras vinculadas à organização criminosa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ocultação</h3>



<p>Os valores eram inseridos no sistema financeiro por meio de fintechs, empresas que utilizam tecnologia para oferecer serviços financeiros digitais. A Receita Federal identificou que uma fintech de pagamento atuava como “banco paralelo” da organização criminosa, tendo movimentado mais de R$ 46 bilhões de 2020 a 2024. As mesmas pessoas controlavam outras instituições de pagamento menores, usadas para criar uma dupla camada de ocultação.</p>



<p>A fintech também recebia diretamente valores em espécie. Entre 2022 e 2023, foram efetuados mais de 10,9 mil depósitos em espécie, totalizando mais de R$ 61 milhões. Este é um procedimento completamente estranho à natureza de uma instituição de pagamento, que opera apenas dinheiro escritural.</p>



<p>A utilização de fintechs pelo crime organizado objetiva aproveitar brechas na regulação desse tipo de instituição. Essas brechas impedem o rastreamento do fluxo dos recursos e a identificação, pelos órgãos de controle e de fiscalização, dos valores movimentados por cada um dos clientes da fintech de forma isolada.</p>



<p>Uma dessas brechas é a utilização da “conta-bolsão”, uma conta aberta em nome da própria fintech em um banco comercial por onde transitam de forma não segregada recursos de todos os seus clientes. Era dessa forma que as operações de compensação financeira entre as distribuidoras e os postos de combustíveis eram realizadas, assim como compensações financeiras entre as empresas e os fundos de investimentos administrados pela própria organização criminosa. A fintech era usada ainda para efetuar pagamentos de colaboradores e de gastos e investimentos pessoais dos principais operadores do esquema.</p>



<p>Outra brecha é a não obrigatoriedade de prestação de informações à Receita Federal sobre as operações financeiras dos clientes por meio da e-Financeira. Em 2024, a Receita Federal promoveu alterações normativas referentes à e-Financeira visando dar maior transparência e diminuir a opacidade das instituições de pagamento, alterações essas revogadas no início de 2025 após onda de&nbsp;<em>fake news</em>&nbsp;sobre o tema.</p>



<p>Portanto, a fintech era um poderoso núcleo financeiro da organização criminosa, porém invisível para ações de controle e fiscalização.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Blindagem</h3>



<p>O dinheiro de origem ilícita era reinvestido em negócios, propriedades e outros investimentos através de fundos de investimentos que recebiam recursos da fintech, dificultando sua rastreabilidade e dando a ele uma aparência de legalidade.</p>



<p>A Receita Federal já identificou ao menos 40 fundos de investimentos (multimercado e imobiliários), com patrimônio de R$ 30 bilhões, controlados pela organização criminosa. Em sua maioria, são fundos fechados com um único cotista, geralmente outro fundo de investimento, criando camadas de ocultação. Entre os bens adquiridos por esses fundos estão um terminal portuário, quatro usinas produtoras de álcool (mais duas usinas em parceria ou em processo de aquisição), 1.600 caminhões para transporte de combustíveis e mais de 100 imóveis, dentre os quais seis fazendas no interior do estado de São Paulo, avaliadas em R$ 31 milhões, e uma residência em Trancoso/BA, adquirida por R$ 13 milhões.</p>



<p>Os indícios apontam que esses fundos são utilizados como um mercado de ocultação e blindagem patrimonial e sugerem que as administradoras dos fundos estavam cientes e contribuíram para o esquema, inclusive não cumprindo obrigações com a Receita Federal, de forma que sua movimentação e a de seus cotistas fossem ocultadas da fiscalização.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Nome da operação</h3>



<p>O nome “Carbono Oculto” foi escolhido para traduzir de maneira metafórica a ideia de dinheiro escondido dentro da cadeia do combustível, em alusão tanto ao elemento químico presente na gasolina/diesel quanto ao ato de esconder recursos ilícitos nas instituições de pagamento e nos fundos de investimentos.</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/cidades-da-regiao-de-rio-claro-sao-alvos-da-operacao-carbono-oculto-da-pf/281313/">Cidades da região de Rio Claro são alvos da Operação Carbono Oculto da PF</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Previsão do mercado para inflação de 2024 está em 3,9%</title>
		<link>https://www.jornalcidade.net/rc/previsao-do-mercado-para-inflacao-de-2024-esta-em-39/255088/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação JC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:59:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dia a Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeção de expansão da economia ficou em 1,52%  Por Andreia Verdélio &#8211; Repórter da Agência Brasil &#8211; Brasília A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – teve variação, passando de 3,91% para 3,9% este ano. A estimativa está no&#160;Boletim Focus&#160;desta [&#8230;]</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/previsao-do-mercado-para-inflacao-de-2024-esta-em-39/255088/">Previsão do mercado para inflação de 2024 está em 3,9%</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Projeção de expansão da economia ficou em 1,52% </h2>



<p><strong><mark style="background-color:#cf2e2e" class="has-inline-color has-white-color">Por Andreia Verdélio &#8211; Repórter da Agência Brasil &#8211; Brasília</mark></strong></p>



<p>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – teve variação, passando de 3,91% para 3,9% este ano. A estimativa está no&nbsp;<em>Boletim Focus</em>&nbsp;desta segunda-feira (2), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.&nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1574958&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1574958&amp;o=node"></p>



<p>Para 2025 e 2026, a projeção da inflação permaneceu em 3,5%, nos dois anos.&nbsp;</p>



<p>A estimativa para 2024 está acima do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.&nbsp;</p>



<p>Para 2025 e 2026, as metas de inflação estão fixadas em 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O Focus continua trazendo as previsões para 2023, já que os números ainda estão sendo consolidados. Para o mercado financeiro, a inflação do ano passado deve ficar em 4,46%. Os dados de 2023 serão divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no próximo dia 11.&nbsp;</p>



<p>Em novembro de 2023, o aumento de preços dos alimentos pressionou o resultado da inflação. O IPCA ficou em 0,28%, segundo o IBGE. O percentual foi maior que a taxa de setembro, que teve alta de 0,24%.  </p>



<p>A inflação acumulada em 2023 atingiu 4,04%. Nos últimos 12 meses, o índice consolidado está em 4,68%.&nbsp;</p>



<p>A meta definida pelo CMN para 2023 é de 3,25%, também com tolerância de 1,5 ponto percentual. Segundo o BC, no último Relatório de Inflação, a chance de o índice oficial superar o teto da meta em 2023&nbsp;é 17%.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Juros básicos&nbsp;</h2>



<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros &#8211; a Selic &#8211; definida em 11,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Após sucessivas quedas no fim do primeiro semestre de 2023, a inflação voltou a subir na segunda metade do ano, mas essa alta era esperada por economistas.</p>



<p>O comportamento dos preços fez o BC cortar os juros quatro vezes no semestre passado, em todas as reuniões do Copom. Em comunicado, o colegiado informou que continuará a promover novos cortes de 0,5 ponto nas próximas reuniões, mas não detalhou quando vai parar de reduzir a taxa Selic. Segundo o BC, o momento dependerá do comportamento da inflação no primeiro semestre de 2024.  </p>



<p>Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 em 9% ao ano. A primeira reunião do Copom neste ano ocorre em 30 e 31 de janeiro. Para o fim de 2025 e de 2026, a previsão é de Selic em 8,5% ao ano, nos dois anos.&nbsp;</p>



<p>De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, energia e combustíveis. Por um ano, até agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano.&nbsp;</p>



<p>Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.&nbsp;</p>



<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.&nbsp;</p>



<p>Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">PIB e câmbio&nbsp;</h2>



<p>A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano permaneceu em 1,52%.&nbsp;&nbsp;Para 2025, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) &#8211; a soma de todos os bens e serviços produzidos no país &#8211; é de crescimento de 2%. Para 2026, o mercado financeiro projeta expansão do PIB também de&nbsp;2%.&nbsp;</p>



<p>Superando as projeções, no terceiro trimestre do ano passado a economia brasileira cresceu 0,1%, na comparação com o segundo trimestre de 2023, de acordo com o IBGE. Entre janeiro e setembro, a alta acumulada foi de 3,2%. </p>



<p>Com o resultado, o PIB está novamente no maior patamar da série histórica, ficando 7,2% acima do nível de antes da pandemia, registrado nos três últimos meses de 2019.</p>



<p>O mercado estima que o PIB de 2023 fique em 2,92%. O resultado do quarto trimestre, com o consolidado do ano, será divulgado pelo IBGE em 1º de março.&nbsp;</p>



<p>A previsão de cotação do dólar está em R$ 5 para o fim deste ano. No fim de 2025, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,03.&nbsp;</p>



<p><strong><mark style="background-color:#cf2e2e" class="has-inline-color has-white-color">Edição: Graça Adjuto</mark></strong></p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/previsao-do-mercado-para-inflacao-de-2024-esta-em-39/255088/">Previsão do mercado para inflação de 2024 está em 3,9%</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mercado reduz previsão da taxa Selic para menos de 12% ao ano</title>
		<link>https://www.jornalcidade.net/rc/mercado-reduz-previsao-da-taxa-selic-para-menos-de-12-ao-ano/247980/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Divulgação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Aug 2023 17:30:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dia a Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeção de expansão da economia ficou em 2,26%, diz Banco Central Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil &#8211; Brasília Após a redução de 0,5 ponto percentual na taxa Selic, os juros básicos da economia, na semana passada, as instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) esperam por uma diminuição ainda maior até o [&#8230;]</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/mercado-reduz-previsao-da-taxa-selic-para-menos-de-12-ao-ano/247980/">Mercado reduz previsão da taxa Selic para menos de 12% ao ano</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Projeção de expansão da economia ficou em 2,26%, diz Banco Central</h2>



<p><strong><mark style="background-color:#cf2e2e" class="has-inline-color has-white-color">Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil &#8211; Brasília</mark></strong></p>



<p>Após a redução de 0,5 ponto percentual na taxa Selic, os juros básicos da economia, na semana passada, as instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) esperam por uma diminuição ainda maior até o final deste ano. A forte queda da inflação fez o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC cortar os juros pela primeira vez em três anos e&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-08/copom-reduz-juros-basicos-da-economia-para-1325-ao-ano" target="_blank" rel="noreferrer noopener">levar a Selic de 13,75%&nbsp;</a>ao ano para 13,25% ao ano.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1547671&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1547671&amp;o=node"></p>



<p>Para o mercado, a taxa básica deve encerrar 2023 em 11,75% ao ano, na semana passada a previsão era de 12% ao ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (7), pesquisa divulgada semanalmente pelo BC com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.</p>



<p>Para o fim de 2024, a estimativa é que a taxa básica caia para 9% ao ano. Já para o fim de 2025 e de 2026, a previsão é Selic em 8,5% ao ano, para os dois anos.</p>



<p>A última vez em que o BC tinha reduzido a Selic foi em agosto de 2020, quando a taxa caiu de 2,25% para 2% ao ano, em meio à contração econômica gerada pela pandemia de covid-19. Depois disso, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo que começou em março de 2021, em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis, e, a partir de agosto do ano passado, manteve a taxa em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas.</p>



<p>A taxa Selic é o principal instrumento de BC para alcançar a meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).</p>



<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>



<p>Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Inflação</h2>



<p>No Boletim Focus de hoje, a previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – se manteve em 4,84% neste ano. Para 2024, a projeção da inflação ficou em 3,88%. Para 2025 e 2026, as previsões são de 3,5% para os dois anos.</p>



<p>A estimativa para este ano está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo CMN, a meta é de 3,25% para 2023, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,75% e o superior 4,75%.</p>



<p>Segundo o BC, no último Relatório de Inflação, a chance de a inflação oficial&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-06/bc-aumenta-projecao-de-crescimento-do-pib-de-12-para-2" target="_blank" rel="noreferrer noopener">superar o teto da meta em 2023 é de 61%</a>.</p>



<p>A projeção do mercado para a inflação de 2024 também está acima do centro da meta prevista, fixada em 3%, mas ainda dentro do intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.</p>



<p>Em junho, houve deflação no país, ou seja, um recuo nos preços na comparação com maio. O&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-07/inflacao-oficial-de-junho-fica-negativa-em-008" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IPCA&nbsp;</a>ficou negativo em 0,08%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi o quarto mês seguido em que a inflação perdeu força. Em maio, o IPCA foi de 0,23%.</p>



<p>No ano, o índice soma 2,87% e, nos últimos 12 meses, 3,16%, abaixo dos 3,94% observados nos 12 meses imediatamente anteriores e seguindo a tendência de queda apresentada desde junho de 2022, quando o índice estava em 11,89%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PIB e câmbio</h2>



<p>A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano subiu de 2,24% para 2,26%.</p>



<p>Para 2024, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) &#8211; a soma de todos os bens e serviços produzidos no país &#8211; é crescimento de 1,3%. Para 2025 e 2026, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,9% e 2%, respectivamente.</p>



<p>A previsão para a cotação do dólar está em R$ 4,90 para o fim deste ano. Para o fim de 2024, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,00.</p>



<p><strong><mark style="background-color:#cf2e2e" class="has-inline-color has-white-color">Edição: Valéria Aguiar</mark></strong></p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/mercado-reduz-previsao-da-taxa-selic-para-menos-de-12-ao-ano/247980/">Mercado reduz previsão da taxa Selic para menos de 12% ao ano</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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		<title>Mercado reduz previsão da inflação de 5,69% para 5,42% este ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Divulgação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jun 2023 18:20:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dia a Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeção de expansão da economia em 2023 sobe para 1,84% Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil &#8211; Brasília &#8211; Brasília A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; considerado a inflação oficial do país &#8211; caiu de 5,69% para 5,42% este ano. A estimativa está [&#8230;]</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/mercado-reduz-previsao-da-inflacao-de-569-para-542-este-ano/244842/">Mercado reduz previsão da inflação de 5,69% para 5,42% este ano</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Projeção de expansão da economia em 2023 sobe para 1,84%</h2>



<p><strong><mark style="background-color:#cf2e2e" class="has-inline-color has-white-color">Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil &#8211; Brasília &#8211; Brasília</mark></strong></p>



<p>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; considerado a inflação oficial do país &#8211; caiu de 5,69% para 5,42% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (12), pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1537661&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1537661&amp;o=node"></p>



<p>Para 2024, a projeção da inflação ficou em 4,04%. Para 2025 e 2026, as previsões são de 3,9% e 3,88%, respectivamente.</p>



<p>A estimativa para este ano está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3,25% para 2023, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,75% e o superior 4,75%. Segundo o BC, no último&nbsp;<a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-03/bc-aumenta-projecao-de-crescimento-da-economia-de-1-para-12" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Relatório de Inflação</a>&nbsp;a chance de a inflação oficial superar o teto da meta em 2023 é de 83%.</p>



<p>A projeção do mercado para a inflação de 2024 também está acima do centro da meta prevista, fixada em 3%, mas ainda dentro do intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.</p>



<p>Em maio, influenciado por reajustes no&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-06/reajuste-no-setor-de-saude-e-cuidados-pessoais-puxa-inflacao-em-maio-0" target="_blank" rel="noreferrer noopener">setor de saúde e cuidados pessoais</a>, o IPCA ficou em 0,23%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é menor que a taxa de abril: 0,61%.</p>



<p>O IPCA acumulado em 12 meses ficou em 3,94%, seguindo a tendência de queda apresentada desde junho de 2022, quando o índice estava em 11,89%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Juros básicos</h2>



<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 13,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A taxa está nesse nível desde agosto do ano passado e é a maior desde janeiro de 2017, quando também estava nesse patamar.</p>



<p>Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre em 12,5% ao ano. Para o fim de 2024, a estimativa é de que a taxa básica caia para 10% ao ano. Já para o fim de 2025 e de 2026, a previsão é de Selic em 9% ao ano e 8,75% ao ano, respectivamente.</p>



<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>



<p>Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PIB e câmbio</h2>



<p>A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano passou de 1,68% para 1,84%.</p>



<p>Para 2024, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) &#8211; a soma de todos os bens e serviços produzidos no país &#8211; é de crescimento de 1,27%. Para 2025 e 2026, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,8% e 1,95%, respectivamente.</p>



<p>A previsão para a cotação do dólar está em R$ 5,10 para o fim deste ano. Para o fim de 2024, a previsão é de que a moeda americana fique em R$ 5,17.</p>



<p><strong><mark style="background-color:#cf2e2e" class="has-inline-color has-white-color">Edição: Kleber Sampaio</mark></strong></p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/mercado-reduz-previsao-da-inflacao-de-569-para-542-este-ano/244842/">Mercado reduz previsão da inflação de 5,69% para 5,42% este ano</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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		<title>Mercado aumenta projeção para crescimento da economia em 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Divulgação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 18:32:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>SÃO PAULO, SP (AGÊNCIA BRASIL) A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira este ano subiu de 0,9% para 0,96%. A estimativa está no boletim Focus desta segunda-feira (24), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a projeção para os principais indicadores econômicos. Para o próximo ano, a expectativa para o [&#8230;]</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/mercado-aumenta-projecao-para-crescimento-da-economia-em-2023/242088/">Mercado aumenta projeção para crescimento da economia em 2023</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><mark style="background-color:#cf2e2e" class="has-inline-color has-white-color">SÃO PAULO, SP (AGÊNCIA BRASIL)</mark></strong></p>



<p>A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira este ano subiu de 0,9% para 0,96%. A estimativa está no boletim Focus desta segunda-feira (24), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a projeção para os principais indicadores econômicos.</p>



<p>Para o próximo ano, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) é crescimento de 1,41%. Em 2025 e 2026, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,7% e 1,8%, respectivamente.</p>



<p>A previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, também subiu, de 6,01% para 6,04% neste ano. Para 2024, a estimativa de inflação ficou em 4,18%. Para 2025 e 2026, as previsões são de 4%, para os dois anos.</p>



<p>A estimativa para este ano está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC.</p>



<p>Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3,25% para 2023, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,75% e o superior 4,75%. Segundo o BC, a chance de a inflação oficial superar o teto da meta em 2023 é de 83%.</p>



<p>A projeção do mercado para a inflação de 2024 também está acima do centro da meta prevista, fixada em 3%, mas ainda dentro do intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.</p>



<p>Em março, a inflação desacelerou para todas as faixas de renda. Ainda assim, puxado pelo aumento dos preços dos combustíveis, o IPCA ficou em 0,71%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é inferior à taxa de fevereiro, de 0,84%. Em 12 meses, o indicador acumula 4,65%, abaixo de 5% pela primeira vez em dois anos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Taxa de juros</h2>



<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 13,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A taxa está nesse nível desde agosto do ano passado, e é o maior nível desde janeiro de 2017, quando também estava nesse patamar.</p>



<p>Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre 2023 em 12,5% ao ano. Para o fim de 2024, a estimativa é que a taxa básica caia para 10% ao ano. Já para o fim de 2025 e de 2026, a previsão é de Selic em 9% ao ano e 8,75% ao ano, respectivamente.</p>



<p>O patamar da Selic é motivo de divergência entre o governo federal e o Banco Central. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>



<p>Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<p>A expectativa para a cotação do dólar está em R$ 5,20 para o fim deste ano. Para o fim de 2024, a previsão é de que a moeda americana fique em R$ 5,25.<a href="javascript:void(0);"></a></p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/mercado-aumenta-projecao-para-crescimento-da-economia-em-2023/242088/">Mercado aumenta projeção para crescimento da economia em 2023</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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		<title>Mercado financeiro eleva projeção da inflação de 5,39% para 5,48%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Divulgação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2023 18:02:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dia a Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Andreia Verdélio (Repórter da Agência Brasil, Brasília) &#8211; A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, subiu de 5,39% para 5,48% para este ano. A estimativa consta do Boletim Focus de hoje (23), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC),  em [&#8230;]</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/mercado-financeiro-eleva-projecao-da-inflacao-de-539-para-548/237349/">Mercado financeiro eleva projeção da inflação de 5,39% para 5,48%</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Andreia Verdélio (Repórter da Agência Brasil, Brasília)</strong> &#8211; A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, subiu de 5,39% para 5,48% para este ano. A estimativa consta do Boletim Focus de hoje (23), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC),  em Brasília, com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1505580&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1505580&amp;o=node"></p>



<p>Para 2024, a projeção da inflação ficou em 3,84%. Para 2025 e 2026, as previsões são de inflação em 3,5% e 3,47%, respectivamente.</p>



<p>A previsão para 2023 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3,25% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 1,75% e o superior de 4,75%.</p>



<p>Da mesma forma, a projeção do mercado para a inflação de 2024 também está acima do centro da meta prevista, que é de 3%, também com os intervalos de tolerância de 1,5 ponto percentual.</p>



<p>Em 2022, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, fechou com uma taxa de 5,79% acumulada no ano. A meta estava em 3,5%, com a mesma margem de tolerância, e podia variar entre 2% e 5%.</p>



<p>Em carta ao Ministério da Fazenda, o Banco Central explicou que a inflação só ficará dentro da meta a partir de 2024, quando deverá se situar em 3%, e em 2025 (2,8%). Para esses dois anos, o CMN estabelece uma meta de 3% para o IPCA.</p>



<p>Em janeiro, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), que é a prévia da inflação, teve aumento de 0,58%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Taxa de juros</h2>



<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 13,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A taxa está no maior nível desde janeiro de 2017, quando também estava nesse patamar.</p>



<p>Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre o ano em 12,5%. Para o fim de 2024, a estimativa é de que a taxa básica caia para 9,5% ao ano. Já para 2025 e 2026, a previsão é de Selic em 8,5% ao ano e 8,25% ao ano, respectivamente.</p>



<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>



<p>Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PIB e câmbio</h2>



<p>A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano também variou, de 0,77% para 0,79%. Para 2024, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) &#8211; a soma de todos os bens e serviços produzidos no país &#8211; é de crescimento de 1,5%. Para 2025 e 2026, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,9% e 2%, respectivamente.</p>



<p>A expectativa para a cotação do dólar está em R$ 5,28 para o final de 2023. Para o fim de 2024, a previsão é de que a moeda americana fique em R$ 5,30.</p>



<p><strong>Edição: Kleber Sampaio</strong></p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/mercado-financeiro-eleva-projecao-da-inflacao-de-539-para-548/237349/">Mercado financeiro eleva projeção da inflação de 5,39% para 5,48%</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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