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	<title>deputados - Jornal Cidade RC</title>
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	<description>Jornal Cidade RC - Notíticas de Rio Claro/SP e região</description>
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		<title>Projeto Escola Cívico-Militar é aprovado na Alesp</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Divulgação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 May 2024 16:42:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Governo de São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Adoção do novo modelo tem como objetivo a redução da violência em regiões de vulnerabilidade e prevê consulta com a comunidade escolar O Projeto de Lei Complementar 9/2024, que cria o Programa Escola Cívico-Militar proposto pelo governador Tarcísio de Freitas foi aprovado nessa terça-feira (21) pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). O [&#8230;]</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/projeto-escola-civico-militar-e-aprovado-na-alesp/262912/">Projeto Escola Cívico-Militar é aprovado na Alesp</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Adoção do novo modelo tem como objetivo a redução da violência em regiões de vulnerabilidade e prevê consulta com a comunidade escolar</h2>



<p>O Projeto de Lei Complementar 9/2024, que cria o Programa Escola Cívico-Militar proposto pelo governador Tarcísio de Freitas foi aprovado nessa terça-feira (21) pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). O projeto foi enviado para o parlamento paulista no início de março. Aprovado, agora segue para sanção do governador.</p>



<p>&#8220;Firmamos esse compromisso e estamos avançando. A comunidade vai votar e, de acordo com a votação de pais de alunos e professores, a gente transforma a escola em cívico-militar com policiais militares da reserva que vão atuar na disciplina e no civismo, e os profissionais da Educação ficam com a parte pedagógica&#8221;, destacou o governador Tarcísio de Freitas.</p>



<p>A proposta tem como objetivos a melhoria da qualidade do ensino com aferição pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), o enfrentamento à violência e a promoção da cultura de paz no ambiente escolar. O programa será desenvolvido sob responsabilidade das secretarias estaduais da Educação e da Segurança Pública.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.jornalcidade.net/wp-content/uploads/2024/05/Projeto-Escola-Civico-Militar-e-aprovado-na-Alesp-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-262913" srcset="https://www.jornalcidade.net/wp-content/uploads/2024/05/Projeto-Escola-Civico-Militar-e-aprovado-na-Alesp-1024x683.jpg 1024w, https://www.jornalcidade.net/wp-content/uploads/2024/05/Projeto-Escola-Civico-Militar-e-aprovado-na-Alesp-300x200.jpg 300w, https://www.jornalcidade.net/wp-content/uploads/2024/05/Projeto-Escola-Civico-Militar-e-aprovado-na-Alesp-768x512.jpg 768w, https://www.jornalcidade.net/wp-content/uploads/2024/05/Projeto-Escola-Civico-Militar-e-aprovado-na-Alesp-1536x1024.jpg 1536w, https://www.jornalcidade.net/wp-content/uploads/2024/05/Projeto-Escola-Civico-Militar-e-aprovado-na-Alesp.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Assembleia Legislativa de SP</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">APROVAÇÃO</h2>



<p>Com a aprovação do projeto, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) dará início à implantação do programa ainda neste ano em unidades com índices de rendimento escolar inferiores à média estadual, atrelados a índices de vulnerabilidade social e fluxo escolar (aprovação, reprovação e abandono). A expectativa é que de 50 a 100 escolas adotem o modelo no Estado.</p>



<p>Para ser implantado, o programa Escola Cívico-Militar precisará passar pelo consentimento das comunidades escolares, que serão consideradas por meio de consultas públicas. Um aviso deverá ser publicado no Diário Oficial com pelo menos 15 dias de antecedência de cada consulta às comunidades escolares.</p>



<p>O programa prevê que pais de alunos e professores sejam ouvidos para definir sobre a transformação da instituição em escola cívico-militar com policiais militares da reserva atuando na disciplina e no civismo, sem impacto na parte pedagógica.</p>



<p>As unidades educacionais do programa poderão ser implantadas em prédios escolares já existentes ou em novas, de forma gradual. Além das escolas estaduais, municípios também poderão aderir à iniciativa do governo paulista.</p>



<h2 class="wp-block-heading">IMPLANTAÇÃO</h2>



<p>A implantação do novo modelo não exclui nenhum programa da Secretaria de Educação em andamento nas escolas. A proposta é complementar as ações pedagógicas da Seduc e visa compartilhar com os estudantes valores como civismo, dedicação, excelência, honestidade e respeito.</p>



<p>A Educação de SP será responsável pelo currículo das unidades cívico-militares e a formação de professores. Caberá à Secretaria da Segurança Pública a indicação dos policiais militares da reserva que atuarão como monitores nessas unidades de ensino, pelo desenvolvimento de atividades extracurriculares na modalidade cívico-militares, organização e segurança escolar.</p>



<p>A nova legislação prevê um processo seletivo dos policiais da reserva que atuarão no programa e o pagamento de seus salários por parte da Educação. Será ao menos um PM por escola. No caso de escolas municipais, a Segurança Pública colabora com as prefeituras e a seleção fica a critério das secretarias municipais.</p>



<p>O investimento nas escolas cívico-militares será o mesmo já previsto nas unidades regulares. O impacto orçamentário já está incluso no custo de pessoal da pasta, cujo valor de R$ 7,2 milhões será destinado, anualmente, para o pagamento dos militares.</p>
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		<title>Deputados recomendam intervenção imediata na Enel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação JC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Dec 2023 13:13:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Alesp]]></category>
		<category><![CDATA[cpi]]></category>
		<category><![CDATA[deputados]]></category>
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		<category><![CDATA[Energia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instalada na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo para apurar irregularidades no serviço prestado pela concessionária de distribuição de energia elétrica Enel na Região Metropolitana de São Paulo chegou ao fim na última quinta-feira (14). O relatório final, apresentado pela deputada Carla Morando (PSDB), foi aprovado pelos membros [&#8230;]</p>
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<p>A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instalada na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo para apurar irregularidades no serviço prestado pela concessionária de distribuição de energia elétrica Enel na Região Metropolitana de São Paulo chegou ao fim na última quinta-feira (14).</p>



<p>O relatório final, apresentado pela deputada Carla Morando (PSDB), foi aprovado pelos membros do colegiado com a recomendação de uma intervenção imediata na empresa, a realização de uma auditoria completa entre os anos de 2018 e 2023 e, também, para que seja declarada a caducidade do contrato, ou seja, o encerramento da concessão.</p>



<p>O documento propõe aos setores competentes do Ministério Público Estadual e Federal a continuidade das investigações, em âmbito civil e criminal, e o consequente indiciamento de executivos da empresa por possíveis crimes ao consumidor. Foram citados nominalmente no documento o presidente da Enel-SP, Max Xavier Lins, o ex-presidente da Enel Brasil, Nicola Cotugno, e o diretor de operações da Enel Brasil, Vincenzo Ruotolo.</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/deputados-recomendam-intervencao-imediata-na-enel/254403/">Deputados recomendam intervenção imediata na Enel</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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