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	<title>Congresso - Jornal Cidade RC</title>
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	<description>Jornal Cidade RC - Notíticas de Rio Claro/SP e região</description>
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	<title>Congresso - Jornal Cidade RC</title>
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		<title>Lula envia ao Congresso projeto para isentar IR de quem ganha até R$ 5 mil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Divulgação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 18:49:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto enviado ao Congresso beneficia faixas de menor renda com isenção e descontos parciais, enquanto propõe taxação de dividendos e altos rendimentos acima de R$ 600 mil para compensar perda de arrecadação Agência Brasil &#8211; O presidente Luiz Inácio Lula da Silva entregou, nesta terça-feira (18), ao Congresso Nacional o projeto de lei da isenção do [&#8230;]</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/lula-envia-ao-congresso-projeto-para-isentar-ir-de-quem-ganha-ate-r-5-mil/275528/">Lula envia ao Congresso projeto para isentar IR de quem ganha até R$ 5 mil</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Projeto enviado ao Congresso beneficia faixas de menor renda com isenção e descontos parciais, enquanto propõe taxação de dividendos e altos rendimentos acima de R$ 600 mil para compensar perda de arrecadação</h2>



<p><strong><mark style="background-color:#cf2e2e" class="has-inline-color has-white-color">Agência Brasil</mark></strong> &#8211; O presidente Luiz Inácio Lula da Silva entregou, nesta terça-feira (18), ao Congresso Nacional o<strong> projeto de lei da isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil. O texto que será analisado pelo Congresso também cria desconto parcial para aqueles que recebem entre R$ 5 mil e R$ 7 mil, reduzindo o valor pago atualmente.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1634945&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1634945&amp;o=node"></p>



<p><strong>A ampliação da faixa de isenção custará cerca de R$ 27 bilhões por ano aos cofres públicos, como resultado da redução da arrecadação. </strong>Para compensar a perda, o projeto prevê a tributação mínima das altas rendas, ampliando a receita com a cobrança de imposto de rendimentos isentos, como dividendos de empresas (parte do lucro distribuída aos acionistas), acima de R$ 600 mil.</p>



<p>Em cerimônia no Palácio do Planalto, Lula destacou que o projeto é neutro, não vai aumentar a arrecadação do governo, e faz uma reparação tributária aos mais pobres que, proporcionalmente, pagam mais impostos devido às isenções sobre dividendos dos mais ricos.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Nós estamos falando que 141 mil pessoas que ganham acima de R$ 600 mil, acima de R$ 1 milhão por ano, vão contribuir para que 10 milhões de pessoas não paguem imposto de renda. É simples assim, como se fosse dar um presente para uma criança”, afirmou o presidente.</p>
</blockquote>



<p>“Estamos pedindo aos brasileiros que ganham mais, pessoas que vivem de dividendos, que nunca pagaram imposto de renda, pessoas que ganham milhões e milhões e que muitas vezes encontram o jeito de não pagar imposto de renda, nós estamos dizendo para eles: ‘gente, vamos elevar o patamar de vida do povo brasileiro’”, acrescentou Lula.</p>



<p>De acordo com o presidente, o Congresso passa, agora, a ser dono do projeto e deve fazer as melhorias que julgar necessárias. “Eu espero que, se for para mudar para melhor, ótimo, para piorar, jamais”, destacou.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Vamos dar uma chance para aqueles que não acreditam na política voltarem a acreditar. Porque a política, com esse gesto, dá um grande sinal para a sociedade brasileira de que vale mais a pena ser democrático do que ser negacionista. É isso o que está em jogo neste país nesse instante, é a gente fazer com que a sociedade brasileira volte a acreditar nas pessoas que elegeram, seja para presidente da República, seja para senador, seja para deputado”, afirmou.</p>
</blockquote>



<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que o texto terá prioridade na tramitação e que o Congresso, “com certeza”, melhorará a proposta. “O Congresso tem que se esforçar diante daquilo que o governo está trazendo para que a melhor proposta possível possa ser lapidada, possa ser discutida. Vamos ter tempo para isso, para que o senhor possa, presidente Lula, receber de volta do Congresso Nacional uma proposta melhor do que a que o senhor está enviando”, disse Motta.</p>



<p>Ele ressaltou que os parlamentares podem discutir um texto “mais abrangente” sobre isenções tributárias, que atenda, principalmente, as pessoas que mais precisam. &#8220;Mas que não percamos nunca a nossa responsabilidade de garantir que o Brasil possa seguir investindo. Queremos discutir a eficiência da máquina pública”, afirmou o deputado. Segundo ele, só haverá justiça social com responsabilidade fiscal.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Promessa</h3>



<p>A isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil é uma promessa de campanha de Lula . Hoje, <strong>o limite de renda mensal de quem não precisa pagar imposto de renda é R$ 2.259,20</strong>, de acordo com a Receita Federal.</p>



<p>A lei que instituiu a nova política de valorização do salário mínimo, de 2023, ainda autoriza um desconto sobre o imposto de 25% sobre o valor do limite de isenção, no caso, R$ 564,80, valor que somado a R$ 2.259,20 resulta, então, em R$ 2.824, o equivalente a pouco menos de dois salários mínimos.</p>



<p>Estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) informa que, atualmente, 10 milhões de pessoas estão dispensadas do recolhimento do imposto. Com a ampliação da faixa de isenção, mais 10 milhões de pessoas serão incluídas nesse rol.</p>



<p>De acordo com o governo,&nbsp;<strong>90% dos brasileiros que pagam IR – mais de 90 milhões de pessoas – estarão na faixa da isenção total ou parcial. Já 65% dos declarantes do IR pessoa física &#8211; mais de 26 milhões de pessoas &#8211; serão totalmente isentos.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Tributação mínima</h3>



<p>Segundo o governo,&nbsp;<strong>apenas 141,4 mil contribuintes (0,13% do total) passarão a contribuir pelo patamar mínimo, o que representa 0,06% da população total do país</strong>. São pessoas que recebem mais de R$ 600 mil por ano e que não contribuem com a alíquota efetiva de até 10% para o imposto de renda. Esses contribuintes pagam, atualmente, uma alíquota efetiva média de apenas 2,54% sobre a renda.</p>



<p><strong>A nova regra não afeta salários, honorários, aluguéis ou outras rendas já tributadas na fonte</strong>. O governo esclareceu que a medida se aplica apenas a quem recebe rendimentos isentos. Portanto, mesmo que o rendimento total anual do contribuinte ultrapasse R$ 600 mil, ele só será impactado se parte significativa desse valor vier de rendimentos isentos.</p>



<p>A tributação mínima para altas rendas funcionará de forma progressiva e só começará a ser aplicada para rendimentos acima de R$ 600 mil por ano. Primeiro, serão somadas todas as rendas recebidas no ano, incluindo salário, aluguéis, dividendos e outros rendimentos. Se a soma for menor que R$ 600 mil, não há cobrança adicional. Se ultrapassar esse valor, será aplicada uma alíquota que cresce gradualmente até 10% para quem ganha R$ 1,2 milhão ou mais.</p>



<p>Ainda segundo o governo,&nbsp;<strong>mesmo com a alíquota mínima, a carga tributária sobre pessoas jurídicas e físicas no Brasil continuará abaixo da média internacional</strong>. Em relação aos dividendos, o projeto traz um mecanismo que impede que a tributação conjunta da pessoa jurídica e da pessoa física no Brasil seja superior a 34%. “Isso é abaixo da média de outros países, usualmente acima de 40%”, explicou o governo.</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/lula-envia-ao-congresso-projeto-para-isentar-ir-de-quem-ganha-ate-r-5-mil/275528/">Lula envia ao Congresso projeto para isentar IR de quem ganha até R$ 5 mil</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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		<title>Saiba o que muda no ensino médio com novo texto aprovado no Congresso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Divulgação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jul 2024 18:46:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dia a Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças e Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Felipe Pontes &#8211; Repórter da Agência Brasil &#8211; Brasília Após sucessivos ajustes, com idas e vindas entre as duas casas do Congresso e nove meses de tramitação, a reforma do novo ensino médio segue agora para a sanção presidencial, após ter sua última versão aprovada na terça-feira (9) na Câmara. O projeto aprovado prevê [&#8230;]</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/saiba-o-que-muda-no-ensino-medio-com-novo-texto-aprovado-no-congresso/265010/">Saiba o que muda no ensino médio com novo texto aprovado no Congresso</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><mark style="background-color:#cf2e2e" class="has-inline-color has-white-color">Por Felipe Pontes &#8211; Repórter da Agência Brasil &#8211; Brasília</mark></strong></p>



<p>Após sucessivos ajustes, com idas e vindas entre as duas casas do Congresso e nove meses de tramitação, a reforma do novo ensino médio segue agora para a sanção presidencial, após ter sua última versão aprovada na terça-feira (9) na Câmara.</p>



<p>O projeto aprovado prevê a aplicação de todas as mudanças já para 2025 no caso de alunos ingressantes no ensino médio. Os que já estiverem com o ensino médio em curso terão um período de transição.</p>



<p>Ao final, foi mantida a essência da projeto do governo federal, que era ampliar a parcela de conteúdos da formação básica curricular &#8211; as disciplinas tradicionais, como português, matemática, física, química, inglês, história e geografia, conforme delineado pela Base Nacional Comum Curricular.</p>



<p>Pelo texto agora aprovado, a carga horária da formação geral básica nos três anos de ensino médio voltará a ser de 2,4 mil. Outras 600 horas obrigatórias deverão ser preenchidas com disciplinas dos itinerários formativos, nos quais há disciplinas opcionais à escolha do aluno. A carga horária total será então de 3 mil horas, 1 mil horas para cada ano, dividido em 200 dias letivos de cinco horas cada.</p>



<p>A proposta atende à reivindicação da comunidade escolar e de entidades ligadas à educação, que se mobilizaram e pressionaram pela mudança, descontentes com o novo modelo de ensino médio que entrou em vigor em 2022, quando a formação geral foi reduzida a 1,8 mil horas.</p>



<p>A reforma que segue para sanção aumentou para 2,1 mil horas a formação geral básica também no ensino técnico. As demais 900 horas devem ser dedicadas ao ensino profissionalizante, totalizando as 3 mil horas da carga total. No final, a Câmara rejeitou proposta aprovada no Senado que previa a possibilidade de que o ensino técnico chegasse a 3,6 mil.</p>



<p>A exceção ficou para o caso de profissões que exijam tempo maior de estudo. Nesse caso, 300 horas da formação geral poderão ser utilizados para o aprofundamento de disciplinas que tenham relação com o curso técnico &#8211; por exemplo, mais física para alunos de eletrotécnica.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Itinerários</h3>



<p>Outra mudança no novo Ensino Médio, proposta pelo Senado e mantida na Câmara, prevê menos liberdade nos itinerários formativos, que agora deverão seguir diretrizes nacionais, a serem elaboradas Conselho Nacional de Educação (CNE), colegiado formado por representantes da sociedade civil indicados pelo Ministério da Educação.</p>



<p>Pelo novo texto, as disciplinas optativas no ensino médio deverão estar relacionais a um dos seguintes quatro itinerários formativos: linguagens e suas tecnologias; matemática e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias; ou ciências humanas e sociais aplicadas. As diretrizes nacionais devem observar ainda especificidades da educação indígena e quilombola.</p>



<p>Isso restringe as possibilidade dos itinerários formativos. Os defensores da restrição apontaram a experiência malsucedida em diversos estados nos quais a ausência de padronização levou a uma ampliação de desigualdades, com a oferta de mais de 30 trilhas de aprofundamento em alguns locais e de nenhuma em outros.</p>



<p>Também prevaleceu ao final a novidade de que, a partir de 2027, sejam cobrados no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) conteúdos dos itinerários formativos, além daqueles da formação geral básica que já são cobrados. Essa ideia havia sido retirada no Senado, mas acabou reinserida no texto final pelo deputado Mendonça Filho (União-PE), relator do tema na Câmara.</p>



<p>A proposta foi criticada publicamente por integrantes do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que organiza o Enem.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Língua estrangeira</h3>



<p>Uma proposta inserida pelo Senado e rejeitada na Câmara foi a obrigatoriedade do espanhol na formação geral básica. O texto que segue para sanção prevê apenas o inglês como língua estrangeira obrigatória, conforme defendiam secretários de educação, que alegavam aumento de custos com a novidade, além de falta de professores.</p>



<p>Pelo texto final, o espanhol poderá ser ofertado de acordo com a disponibilidade dos sistemas de ensino. Em comunidades indígenas, o Ensino Médio poderá ser ofertado nas língua maternas de cada povo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Escolas noturnas</h3>



<p>O Senado inseriu e a Câmara manteve a exigência de que seja mantida na sede de cada município brasileiro ao menos uma escola com a oferta de ensino médio regular noturno. A condição é que haja demanda manifestada e comprovada por esse turno nas matrículas feitas junto às secretarias de educação.</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/saiba-o-que-muda-no-ensino-medio-com-novo-texto-aprovado-no-congresso/265010/">Saiba o que muda no ensino médio com novo texto aprovado no Congresso</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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		<title>Congresso derruba veto de Lula e volta a proibir &#8220;saidinha&#8221; de presos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Divulgação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 May 2024 17:53:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Detentos não terão direito a visitar família em feriados Por Andreia Verdélio &#8211; Repórter da Agência Brasil &#8211; Brasília O Congresso Nacional derrubou os vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à lei que restringe a saída temporária de presos, conhecida como saidinha. O tema foi analisado na tarde desta terça-feira (28), em sessão conjunta da Câmara [&#8230;]</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Detentos não terão direito a visitar família em feriados</h2>



<p><mark style="background-color:#cf2e2e" class="has-inline-color has-white-color"><strong>Por Andreia Verdélio &#8211; Repórter da Agência Brasil &#8211; Brasília</strong></mark></p>



<p>O Congresso Nacional derrubou os vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à lei que restringe a saída temporária de presos, conhecida como saidinha. O tema foi analisado na tarde desta terça-feira (28), em sessão conjunta da Câmara e do Senado.</p>



<p>Na lei aprovada pelos parlamentares, a concessão do&nbsp;benefício&nbsp;era proibida para condenados por crimes hediondos e violentos, como estupro, homicídio e tráfico de drogas. Mas Lula havia vetado o trecho, na mesma lei,&nbsp;que impedia a saída&nbsp;de&nbsp;presos do regime semiaberto, condenados por crimes não violentos, para visitar&nbsp;as famílias.&nbsp;Até então, presos que estavam&nbsp;no semiaberto, que já tinham cumprido um sexto do total da pena e com&nbsp;bom comportamento, poderiam deixar o presídio por cinco dias para visitar a família em feriados, estudar fora ou participar de atividades de ressocialização.</p>



<p>Com a rejeição do veto pelos parlamentares, os detentos ficam impedidos de deixar as prisões&nbsp;em feriados e datas comemorativas, como Natal e Dia das Mães,&nbsp;mesmo para aqueles&nbsp;do semiaberto.</p>



<p>A saída para estudos e trabalho continua permitida. Os critérios a serem observados para concessão são: comportamento adequado na prisão; cumprimento mínimo de 1/6 da pena, se o condenado for primário, e 1/4, se reincidente; e compatibilidade do benefício com os objetivos da pena.</p>



<p>O trecho que havia sido vetado por Lula, agora, vai à promulgação.</p>



<p>O senador Sergio Moro (União-PR), autor da emenda que permitiu a saída de presos para estudar, defendeu a derrubada do veto presidencial. Para ele, a saída para atividades de educação e trabalho é suficiente para a ressocialização. O senador classificou o veto ao fim das saídas em feriados como “um tapa na cara da sociedade” e um desserviço ao país.<br><br>“O preso do semiaberto, hoje, sai de quatro a cinco vezes ao ano, nos feriados. Muitos deles não voltam, o que traz uma série de dificuldades à polícia, que tem que ir buscá-los, comprometendo o trabalho normal de vigilância e proteção do cidadão, e o que é a pior parte: esses presos liberados cometem novos crimes”, disse Moro.</p>



<p>Com a nova lei, passou a ser obrigatória a realização de exame criminológico para que o preso possa progredir do regime fechado para o semiaberto, e assim ter acesso ao direito às saidinhas. Os presos que progridem do regime semiaberto para o aberto devem ser obrigatoriamente monitorados eletronicamente, por meio de tornozeleiras eletrônicas.</p>



<p>Segundo o&nbsp;deputado Chico Alencar (Psol-RJ), dos 835 mil presos no país, apenas 182 mil terão direito ao benefício das saídas temporárias. Para ele, acabar com esse benefício é deixar ainda mais caótica a situação das penitenciárias do país e privar os apenados da ressocialização adequada.</p>



<p>“É querer agregar caos ao caos que já é o sistema penitenciário brasileiro. É cruel, é de uma crueldade incomum. Eu fico com dificuldade de entender como aqueles que sempre propagam os valores cristãos da fraternidade, da igualdade, da justiça, da busca da paz, defendem essa medida”, criticou. “Convívio familiar é fundamental”, afirmou.</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/congresso-derruba-veto-de-lula-e-volta-a-proibir-saidinha-de-presos/263158/">Congresso derruba veto de Lula e volta a proibir &#8220;saidinha&#8221; de presos</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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		<item>
		<title>Professora rio-clarense é destaque na Austrália</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Divulgação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jul 2023 16:09:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dia a Dia]]></category>
		<category><![CDATA[ciencia]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade Racial]]></category>
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		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo Estrutural]]></category>
		<category><![CDATA[Sociologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Natural de Rio Claro, Flávia Alessandra de Souza é professora e pesquisadora da Universidade Estadual de Santa Cruz, na Bahia “A Associação de Pessoas com Doença Falciforme de Ilhéus [APEDFI] e mulheres negras com doença falciforme em Ilhéus-Ba, Brasil: opressões, mobilização e conquistas” foi o tema da apresentação da professora e pesquisadora do Departamento de [&#8230;]</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Natural de Rio Claro, Flávia Alessandra de Souza é professora e pesquisadora da Universidade Estadual de Santa Cruz, na Bahia</h2>



<p>“A Associação de Pessoas com Doença Falciforme de Ilhéus [APEDFI] e mulheres negras com doença falciforme em Ilhéus-Ba, Brasil: opressões, mobilização e conquistas” foi o tema da apresentação da professora e pesquisadora do Departamento de Filosofia e Ciências Humanas (DFCH) da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Flávia Alessandra de Souza, no XX ISA World Congress of Sociology of the International Sociological Association (XX Congresso Mundial de Sociologia da Associação Internacional de Sociologia).</p>



<p>O trabalho é o resultado de uma pesquisa que a professora Flávia Alessandra realiza em parceria com a presidente e ativista da APEDFI &#8211; Associação de Pessoas com Doença Falciforme de Ilhéus, Maria Noemia das Neves Conceição. As pesquisadoras destacam que “Ilhéus tem a associação de pessoas com doença falciforme mais antiga da Bahia, e que, estatisticamente, a Bahia é o Estado que apresenta a maior incidência de pessoas com doença falciforme no Brasil. Em função deste trabalho, as pesquisadoras vêm construindo um diálogo significativo com a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial da Bahia – SEPROMI, sobretudo no sentido de combater o racismo na saúde e de assegurar direitos e qualidade de vida para as pessoas com doença falciforme em Ilhéus e no sul da Bahia”.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>O congresso mundial ocorreu na cidade de Melbourne, Austrália, entre 25 de junho e 1º de julho de 2023.</p>
<cite><strong>Na Austrália</strong></cite></blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Trajetória iniciada em Rio Claro</h2>



<p>Nascida em Rio Claro, Flávia Alessandra cursou a graduação em Ciências Sociais na Universidade Estadual Paulista &#8211; Unesp. No Mestrado e no Doutorado, defendidos na Universidade Federal de São Carlos &#8211; UFSCar (com estágio doutoral na Universidade de Pittsburgh-EUA), seus estudos foram relacionados às relações sociais e poder aqui no município. Foi homenageada em Ilhéus (BA), onde fica a Universidade de Santa Cruz, com o título de Cidadã Ilheense. Visita Rio Claro regularmente para rever familiares e amigos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Galeria de imagens</h2>



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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.jornalcidade.net/wp-content/uploads/2023/07/Pesquisadora-e-docente-Flavia-no-Congresso-Mundial.jpeg"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="842" height="1024" data-id="247189" src="https://www.jornalcidade.net/wp-content/uploads/2023/07/Pesquisadora-e-docente-Flavia-no-Congresso-Mundial-842x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-247189" srcset="https://www.jornalcidade.net/wp-content/uploads/2023/07/Pesquisadora-e-docente-Flavia-no-Congresso-Mundial-842x1024.jpeg 842w, https://www.jornalcidade.net/wp-content/uploads/2023/07/Pesquisadora-e-docente-Flavia-no-Congresso-Mundial-247x300.jpeg 247w, https://www.jornalcidade.net/wp-content/uploads/2023/07/Pesquisadora-e-docente-Flavia-no-Congresso-Mundial-768x934.jpeg 768w, https://www.jornalcidade.net/wp-content/uploads/2023/07/Pesquisadora-e-docente-Flavia-no-Congresso-Mundial.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 842px) 100vw, 842px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Flávia desenvolveu Mestrado e Doutorado em estudos sobre Rio Claro</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.jornalcidade.net/wp-content/uploads/2023/07/Pesquisadora-rio-clarense-Foto-2.jpg"><img decoding="async" width="900" height="675" data-id="247191" src="https://www.jornalcidade.net/wp-content/uploads/2023/07/Pesquisadora-rio-clarense-Foto-2.jpg" alt="" class="wp-image-247191" srcset="https://www.jornalcidade.net/wp-content/uploads/2023/07/Pesquisadora-rio-clarense-Foto-2.jpg 900w, https://www.jornalcidade.net/wp-content/uploads/2023/07/Pesquisadora-rio-clarense-Foto-2-300x225.jpg 300w, https://www.jornalcidade.net/wp-content/uploads/2023/07/Pesquisadora-rio-clarense-Foto-2-768x576.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Flávia, ao centro, com pesquisadoras de outros países no Congresso Mundial</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.jornalcidade.net/wp-content/uploads/2023/07/Pesquisadora-recebe-titulo-de-Cidada-Ilheense.jpeg"><img decoding="async" width="1024" height="1024" data-id="247192" src="https://www.jornalcidade.net/wp-content/uploads/2023/07/Pesquisadora-recebe-titulo-de-Cidada-Ilheense-1024x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-247192" srcset="https://www.jornalcidade.net/wp-content/uploads/2023/07/Pesquisadora-recebe-titulo-de-Cidada-Ilheense-1024x1024.jpeg 1024w, https://www.jornalcidade.net/wp-content/uploads/2023/07/Pesquisadora-recebe-titulo-de-Cidada-Ilheense-300x300.jpeg 300w, https://www.jornalcidade.net/wp-content/uploads/2023/07/Pesquisadora-recebe-titulo-de-Cidada-Ilheense-150x150.jpeg 150w, https://www.jornalcidade.net/wp-content/uploads/2023/07/Pesquisadora-recebe-titulo-de-Cidada-Ilheense-768x768.jpeg 768w, https://www.jornalcidade.net/wp-content/uploads/2023/07/Pesquisadora-recebe-titulo-de-Cidada-Ilheense.jpeg 1532w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Pesquisadora recebe título de Cidadã Ilheense</figcaption></figure>
</figure>
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		<title>Câmara aprova PEC da reforma tributária; entenda as alterações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Divulgação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jul 2023 14:36:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Seu Dinheiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foram 382 votos a favor no primeiro turno e 375 no segundo Por Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil &#8211; Brasília Após mais de dez horas de sessão, a Câmara dos Deputados aprovou, em primeiro turno, o texto-base da reforma tributária por 382 votos a 118, com três abstenções. A proposta de emenda à [&#8230;]</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Foram 382 votos a favor no primeiro turno e 375 no segundo</h2>



<p><strong><mark style="background-color:#cf2e2e" class="has-inline-color has-white-color">Por Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil &#8211; Brasília</mark></strong></p>



<p>Após mais de dez horas de sessão, a Câmara dos Deputados aprovou, em primeiro turno, o texto-base da reforma tributária por 382 votos a 118, com três abstenções. A proposta de emenda à Constituição (PEC) reformula a tributação sobre o consumo. A aprovação em segundo turno ocorreu já na madrugada, aproximadamente a 1h40 da manhã. Apesar do avançado da hora, o quórum estava firme: foram 375 votos a favor e 113 contrários à PEC.<br><br>A sessão começou às 11h, com debates em torno do texto. Por volta das 18h, começou a votação. Um requerimento do PL para adiar a votação foi derrotado por 357 votos a 133 e os debates seguiram enquanto os deputados votavam. A PEC em primeiro turno foi aprovada quando o relógio se aproximava das dez da noite. O número de votos a favor, além da própria aprovação, provocaram efusivas comemorações entre a base governista. O presidente Arthur Lira (PP-AL) também foi celebrado. Antes de proferido o resultado, Lira chegou a se licenciar da presidência da sessão para discursar no púlpito, onde fez uma defesa firme da reforma.<br><br>Para ampliar a base de apoio, o relator da proposta na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), fez mudanças de última hora. O texto traz algumas mudanças em relação à proposta apresentada há duas semanas, como maiores reduções de alíquotas, isenção para alguns produtos da cesta básica e mudanças no Conselho Federativo, órgão que decidirá as políticas fiscal e tributária.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1542462&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1542462&amp;o=node"></p>



<h2 class="wp-block-heading">Alterações</h2>



<p>Após quase duas horas de discussões e de ameaças de adiamento da votação da reforma tributária, Aguinaldo Ribeiro apresentou a última versão do parecer.</p>



<p>Em relação à cesta básica, o novo parecer zera a alíquota do futuro Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) para itens a serem incluídos em lei complementar, além de frutas, produtos hortícolas e ovos. Essa lei criará a “cesta básica nacional de alimentos”. A mudança diminui resistências de alguns estados em abrir mão de arrecadação porque não estimularia uma nova guerra fiscal em torno de produtos alimentícios, já que a lista valerá para todo o território nacional.</p>



<p>O relator também aumentou, de 50% para 60%, o redutor de alíquotas do IVA que incidirão sobre alguns produtos e setores com tratamento diferenciado. Transporte público, saúde, educação, cultura e produtos agropecuários fora da cesta básica nacional pagarão 60% a menos de IVA, imposto que unirá a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), arrecadada pela União, e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), de responsabilidade dos estados e dos municípios.</p>



<p>Além dos produtos da cesta básica nacional, a CBS não será cobrada sobre medicamentos para doenças graves e sobre serviços de educação superior (Prouni). Os demais produtos pagarão a alíquota cheia de IVA, que será definida após a reforma tributária.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Regimes especiais</h2>



<p>O relator manteve regimes específicos de arrecadação para combustíveis, operações com bens imóveis, planos de assistência à saúde, serviços financeiros e apostas. No entanto, incluiu os seguintes setores: serviços de hotelaria, parques de diversão e parques temáticos, restaurantes e aviação regional.</p>



<p>Esses regimes preveem tratamento diferenciado nas regras de creditamento (aproveitamento de créditos tributários) e na base de cálculo; e tributação com base na receita ou no faturamento (em vez do valor adicionado na cadeia).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conselho Federativo</h2>



<p>Como adiantado nessa quarta-feira (5) pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o Conselho Federativo, encarregado de gerir o IBS, terá o modelo de votação alterado. O conselho será formado por 27 representantes, um de cada unidade da Federação, mais 27 representantes dos municípios. Dos representantes municipais, 14 serão eleitos por maioria de votos igualitários entre os entes e 13 com base no tamanho da população.</p>



<p>As decisões do conselho só serão aprovadas caso obtenham, ao mesmo tempo, votos da maioria numérica dos estados e dos representantes que correspondam a mais de 60% da população do país. Os votos dos municípios serão apurados com base na maioria absoluta.</p>



<p>O Distrito Federal terá duas cadeiras no conselho: uma de unidade da Federação e outra de município.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Imposto seletivo</h2>



<p>A versão final do relatório modificou o Imposto Seletivo, que será cobrado sobre bens e serviços prejudiciais à saúde e ao meio ambiente, como cigarros, bebidas alcoólicas e bebidas e alimentos com excesso de açúcar. Esse imposto não poderá ser cobrado sobre itens que paguem IVA reduzido.</p>



<p>A medida evita que o Imposto Seletivo incida sobre itens da agropecuária que seriam prejudiciais ao meio ambiente, como agrotóxicos e defensivos agrícolas. A mudança havia sido pedida pela Frente Parlamentar do Agronegócio como condição para aprovar a reforma tributária.</p>



<p>O PSOL apresentou destaque para derrubar a mudança, mas o governo argumentou que discutirá, em uma lei complementar, o detalhamento dos insumos agrícolas. Isso permitiria, em tese, a cobrança do Imposto Seletivo sobre agrotóxicos e defensivos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fundo regional</h2>



<p>Criado para estimular o desenvolvimento de estados que não poderão mais recorrer à guerra fiscal (reduções de impostos locais) para atraírem investimentos, o Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional foi mantido em R$ 40 bilhões. Diversos estados pediam aportes maiores, de R$ 75 bilhões. A nova versão do relatório, no entanto, não trouxe os critérios para a divisão dos recursos do fundo entre os estados. O tema será definido após a reforma tributária.</p>



<p>Para conseguir o apoio da bancada do Amazonas à reforma tributária, o relator ajustou os artigos relativos à Zona Franca de Manaus e às Zonas de Processamento de Exportação (ZPE) para tornar mais claro o tratamento diferenciado e a vantagem das empresas instaladas nessas áreas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cashback e heranças</h2>



<p>O parecer final informou que o cashback (devolução parcial de impostos) terá como base a redução de desigualdade de renda, em vez da diminuição da desigualdade de raça e de gênero. A mudança atende a reinvindicações de parlamentares conservadores, que ameaçaram não votar a favor da reforma tributária caso a expressão não fosse retirada.</p>



<p>O cashback institui a possibilidade de devolução ampla de parte do IBS e da CBS a pessoas físicas. A ideia inicial do grupo de trabalho da Câmara que discutiu a reforma tributária era incluir na proposta de emenda à Constituição um mecanismo de devolução a famílias de baixa renda, semelhante ao existente em alguns estados. As condições de ressarcimento serão definidas por meio de lei complementar.</p>



<p>Em relação às heranças, o novo relatório isentou do Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) as transmissões para entidades sem fins lucrativos com finalidade de relevância pública e social, inclusive as organizações assistenciais e beneficentes de entidades religiosas e institutos científicos e tecnológicos. Uma lei complementar definirá as condições para essas isenções. A progressividade (alíquotas mais altas para heranças maiores) foi mantida.</p>
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		<title>Com pandemia, Congresso já fala em ano perdido para reformas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação JC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2020 14:31:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Reformas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>DANIEL CARVALHO E FÁBIO PUPO &#8211; BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS)  Com os trabalhos da equipe econômica voltados ao enfrentamento da crise do coronavírus e o cancelamento de várias reuniões presenciais no Congresso, parlamentares já falam em um ano perdido para as reformas tributária e administrativa. Se 2020 já teria um calendário apertado por causa das eleições [&#8230;]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">DANIEL CARVALHO E FÁBIO PUPO &#8211; BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS)  </h6>



<p>Com os trabalhos da equipe econômica voltados ao enfrentamento da crise do coronavírus e o cancelamento de várias reuniões presenciais no Congresso, parlamentares já falam em um ano perdido para as reformas tributária e administrativa.</p>



<p>Se 2020 já teria um calendário apertado por causa das eleições municipais que monopolizam congressistas no segundo semestre, a disseminação da Covid-19 pelo mundo e seus efeitos na economia paralisaram muitos dos que tentavam fazer andar as duas reformas na primeira metade do ano.</p>



<p>Apesar de o governo nunca ter enviado ao Congresso suas propostas para as reformas tributária e administrativa (que muda regras para futuros servidores federais), elas eram tidas como prioridade na agenda do ministro Paulo Guedes (Economia).</p>



<p>Após ele ter enviado uma lista de 48 medidas para serem tocadas pelo Congresso como resposta à pandemia, a lista foi encolhida.</p>



<p>Hoje, trata como prioridade três medidas, que enfrentam algum grau de resistência no Legislativo -a PEC (proposta de emenda à Constituição) do Pacto Federativo, a privatização da Eletrobras e o Plano Mansueto, de socorro aos estados.</p>



<p>Uma das três propostas, a da privatização da Eletrobras, foi até retirada do Orçamento por causa das dificuldades para ser aprovada.</p>



<p>Enquanto isso, os outros temas têm ficado em segundo plano.</p>



<p>&#8220;Não creio que, neste ano, teremos condições de oferecer a reforma tributária. Vamos perder mais um ano. A reforma administrativa não é conhecida, mas já é rejeitada&#8221;, diz Alvaro Dias (PR), líder do Podemos no Senado, a terceira maior bancada da Casa.</p>



<p>Embora sem a proposta do governo, a comissão de reforma tributária começou a trabalhar e, se não tivesse sido cancelada por causa da pandemia, receberia Guedes.</p>



<p>Os congressistas tinham a esperança de que ele apareceria com as diretrizes do governo para o texto em discussão.</p>



<p>&#8220;Se não dá para fazer reunião, nada impede que ele [Guedes] mande a proposta. Estou aguardando. Estamos trabalhando a quatro mãos. Mas estão faltando duas&#8221;, disse o senador Roberto Rocha (PSDB-MA), que preside o colegiado e insiste em que, apesar da desaceleração no ritmo dos trabalhos, ainda tem esperança no cumprimento do calendário da reforma.</p>



<p>O secretário especial da Receita Federal, José Barroso Tostes Neto, disse que iria mandar a proposta do Executivo sobre o tema na terça (17), mas postergou por causa da paralisação dos trabalhos.</p>



<p>Agora, a equipe econômica está em regime de força-tarefa para analisar os estragos do coronavírus e medidas para amenizar o problema.</p>



<p>Na equipe econômica, a visão é que o ano não chega a estar perdido, e a chance de tramitação das matérias pode voltar a subir em algum momento. Mas é reconhecido que o cenário neste momento está &#8220;bem mais complicado&#8221;.</p>



<p>A Bolsa brasileira terminou a semana com queda acumulada de 18,9%, o pior desempenho para o período desde a segunda semana de outubro de 2008, ano da última crise financeira, quando o índice caiu 20%.</p>



<p>A crise levou o governo a cortar a projeção oficial para o crescimento do PIB em 2020 de 2,10% para 0,02%.</p>



<p>Até quem tenta nutrir alguma esperança no andamento ao menos da reforma tributária reconhece que ela só poderá ser retomada após a superação da crise.</p>



<p>Na sexta-feira (20), o ministro Luiz Henrique Mandetta (Saúde) afirmou que a curva de transmissão do novo coronavírus no Brasil só deve apresentar &#8220;queda profunda&#8221; em setembro.</p>



<p>&#8220;Podemos retomar a discussão ainda no primeiro semestre, mesmo que remotamente. Se não der para votar, ao menos cumprir os prazos. Reduz o ritmo? Lógico. Mas não dá para descartar&#8221;, afirma o líder do DEM na Câmara, Efraim Filho (PB), para quem a outra reforma, a administrativa, &#8220;vai ficando cada vez mais para um segundo momento&#8221;.</p>



<p>O líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (AM), lembra que medidas estão sendo tomadas para que o Congresso não pare de funcionar por causa do coronavírus.</p>



<p>Na sexta, foi realizada a primeira votação a distância da história do Legislativo.</p>



<p>A partir desta semana, Câmara e Senado começam a usar sistemas de deliberação remota. Isso permite que deputados e senadores votem de suas casas, sem necessidade de viajar a Brasília.</p>



<p>&#8220;Estamos fazendo um esforço absoluto sobre o tema [reformas], inclusive implementando um sistema de votação a distância. Mas, sem dúvida, as coisas estão mais complicadas. Acredito que tudo é sempre viável, mas não sabemos como vai ser nem sequer o dia de amanhã&#8221;, diz Braga.</p>



<p>Antigo aliado do governo e agora independente, o líder do PSL, senador Major Olímpio (SP), diz já não acreditar que uma reforma administrativa chegue ao Congresso neste ano.</p>



<p>&#8220;Desde novembro que ouço [o governo dizer] &#8216;eu encaminho&#8217;. Se tivesse amarrado a reforma no casco de uma tartaruga manca vinda do [Palácio do] Planalto até o Congresso, já teria chegado&#8221;, afirma Olímpio. </p>



<p>O pessimismo é semelhante em relação à reforma tributária.</p>



<p>Ele diz não ver mais possibilidade de que ela avance neste ano. &#8220;Lamentavelmente, vai ser um ano perdido em relação a isso.&#8221; </p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/com-pandemia-congresso-ja-fala-em-ano-perdido-para-reformas/148339/">Com pandemia, Congresso já fala em ano perdido para reformas</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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