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	<title>colecionismo - Jornal Cidade RC</title>
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	<description>Jornal Cidade RC - Notíticas de Rio Claro/SP e região</description>
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		<title>Dia do Disco de Vinil: histórias, memórias e a paixão que gira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vlada Santis]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dia a Dia]]></category>
		<category><![CDATA[colecionismo]]></category>
		<category><![CDATA[disco de vinil]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Vinil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Rio Claro, o Dia do Disco de Vinil celebra colecionadores como Julio Marcondes e Jhonny Ferreira, que preservam histórias e a essência da música analógica.</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/disco-vinil-paixao-historias-memoria-musica/289410/">Dia do Disco de Vinil: histórias, memórias e a paixão que gira</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Amantes da música na cidade celebram a data, destacando a experiência sensorial e afetiva do formato clássico, que persiste na era do streaming</h2>



<p>Nesta segunda-feira (20) amantes da música celebram o Dia do Disco de Vinil, uma data que resgata não apenas um formato clássico de reprodução sonora, mas também toda a experiência sensorial e afetiva que ele proporciona. Em tempos dominados pelo streaming e pela praticidade digital, o vinil segue firme como símbolo de autenticidade, qualidade e conexão com a arte.</p>



<p>Mais do que um objeto, o disco de vinil carrega histórias. Para colecionadores, cada peça representa uma descoberta, uma memória ou até mesmo um pedaço de identidade. Vasculhar lojas, garimpar edições raras e apreciar capas icônicas fazem parte de um ritual que atravessa gerações. Essa paixão crescente revela que, mesmo em um mundo acelerado, ainda há espaço para o som analógico, o toque físico e o prazer de ouvir música com calma e profundidade.</p>



<p>O Analista de Planejamento de Produção e produtor do programa de rádio <strong>História do Rock (Opção FM)</strong>, Julio Marcondes, morador do Centro de Rio Claro, acredita ter perto de <strong>mil</strong> vinis. A maior parte de sua coleção é composta por rock e seus subgêneros. Ele começou a ouvir rock em <strong>1983</strong>, influenciado pela vinda do Kiss ao Brasil. Seu primeiro vinil foi da banda Twisted Sisters, “Come Out And Play”, comprado na loja <strong>Big Dário</strong>.</p>



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<h3 class="wp-block-heading">A jornada de uma coleção e o reencontro</h3>



<p>Julio relata uma experiência curiosa de ter trocado seus vinis por CDs na época em que estes se popularizaram, mas depois recomprou boa parte. Em uma dessas recompras, ele adquiriu um disco que havia sido seu há mais de <strong>20</strong> anos, identificado por suas iniciais e o número na coleção. Apesar do grande número de itens, ele ainda sonha em possuir o vinil “Crush, Kill, Destroy”, da banda <strong>Sarcófago</strong>, um item atualmente caro e difícil de encontrar em perfeito estado.</p>



<p>Para o colecionador, ter essa memória em casa é algo totalmente nostálgico, pois as músicas marcam épocas da vida. Embora use o formato digital pela praticidade e qualidade, ele ainda aprecia pegar o disco físico para ver a capa, o encarte e sentir a existência do objeto, destacando que o mais importante é ouvir música de boa qualidade, capaz de mudar sentimentos e criar memórias.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Outras histórias: a paixão de Jhonny Ferreira</h3>



<p>Outro apreciador do disco de vinil é Jhonny Ferreira, de <strong>58</strong> anos, proprietário da loja <strong>Outras Histórias Sebo &amp; Gibiteria</strong>, localizada na <strong>Rua 6 nº 1337</strong>, há mais de três décadas. O estabelecimento reúne cultura através da música, livros e quadrinhos, abrigando quase <strong>2 mil</strong> discos de vinil. A paixão de Jhonny começou cedo: ele ouviu seu primeiro disco, um <strong>78</strong> rotações de <strong>10</strong> polegadas do Elvis Presley, quando tinha cerca de <strong>seis</strong> anos de idade.</p>



<p>Jhonny Ferreira descreve a audição de vinil como a melhor, mais longeva e charmosa forma de ouvir música, envolvendo um ritual único: pegar o disco, colocar no toca-discos, tirar o encarte, ler as letras e ver os músicos participantes, transformando a experiência em algo único.</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/disco-vinil-paixao-historias-memoria-musica/289410/">Dia do Disco de Vinil: histórias, memórias e a paixão que gira</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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