Plano de saúde para idosos requer maior atenção

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Da Redação

O cenário em que vivem os planos de autogestão já é o que a Organização Mundial da Saúde (ONU) espera para o Brasil em 2050, quando a população idosa brasileira passará de 7,8% para 23,6%, se comparado à evolução dos anos de 2000 a 2050.

A revelação veio por meio da pesquisa inédita da União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde (UNIDAS), em parceria com o Centro Paulista de Economia da Saúde (CPES) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). A análise mostrou que, acompanhando a longevidade do brasileiro, o número de beneficiários de planos de saúde, com idade acima de 60 anos, aumentou.

Em entrevista para o Jornal da Manhã, da Rádio Excelsior Jovem Pan SAT, a doutora Denise Eloi, da UNIDAS, esclareceu algumas questões sobre o uso do plano de saúde e que implicações este serviço pode apresentar ao longo dos anos.

Para ouvir a entrevista, basta clicar no player abaixo.

1 COMENTÁRIO

  1. O governo precisa, de imediato, aumentar o aporte financeiro para esse fim. O custo da faixa de 59 anos em diante chega a ser 10 vezes maior que a de 0 a 18 anos. O governo, através da ANS, permite cobrança de valores 06 vezes maior. Mas, repassa apenas o dobro do valor à maioria dos planos de autogestão do executivo, através de tabela congelada há alguns anos e sem previsão de reajuste. A assistência concedida ao legislativo é muito maior. Há planos falindo por conta disso. Isso é falta de cuidado com os idosos.

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