Mãe negra com filha branca afirma ter sofrido racismo em Cordeirópolis

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O que era para ser uma simples ida a uma consulta médica acabou em caso de polícia em Cordeirópolis. Uma mãe alega que foi alvo de racismo por parte do motorista de uma empresa de ônibus.

“Compramos a passagem e, na hora de embarcar com minha filha de nove anos, eu apresentei o RG escolar dela e o meu documento, e o condutor disse que não poderia aceitar porque era necessária a certidão de nascimento. Expliquei que tinha esquecido e que ia ligar para o meu marido mandar uma foto, já que não ia dar tempo de voltar para casa e pegar, íamos perder a consulta médica na outra cidade. Ele não aceitou e, quando eu perguntei se ele estava desconfiando de algo, ele me disse que sim, porque eu era negra e a minha filha branca”, afirmou a mãe Claudiane de Oliveira, de 30 anos, que disse ter tido constrangimento e se sentiu alvo de uma atitude racista.

Ela procurou a delegacia e registrou um boletim de ocorrência.

O outro lado

A empresa afirma que não compactua com esse tipo de atitude e que abriu sindicância interna para apurar a informação. O texto ainda diz que o profissional foi ouvido e nega de forma veemente o fato e que medidas administrativas e judiciais serão tomadas.

1 COMENTÁRIO

  1. Tem testemunha? Pelo visto não. Procedimento padrão para todas as viagens intermunicipais e interestaduais, se a PRF parar o ônibus quem se ferra é o motorista. Muito mimimi dessa senhora, quem tem filhos sabe que é obrigatório sair com a cópia do documento autenticada – ainda mais indo pra outra cidade. Esqueceu é…aprende a ser mais responsável – ainda mais se tratando de filhos – pois o “jeitinho brasileiro” não funciona com todo mundo felizmente. Atitude correta do motorista, faltam profissionais competentes assim nos dias de hoje.

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