Fabíola Cunha

No

Pablo Larraín
(Chile, França, EUA)

Em 1988, já com as mãos encharcadas em sangue, o ditador Augusto Pinochet cedeu à pressão internacional e convocou referendo sobre seu mandato. “Sim” para a continuidade da ditadura, “Não” para a mudança. Gael García Bernal é o publicitário escolhido pela turma do “não” para arquitetar a campanha pela mudança. O filme é preciso em duas coisas: escolher um lado e desenvolver o jogo de cena que ocorreu durante a campanha dentro de um país onde os aliados de Pinochet faziam dissidentes desaparecerem como mágicos macabros. 

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