Adriano Carioca

Imagine o que você seria se tivesse um e-mail

“Um homem que estava desempregado entra num concurso para ser faxineiro da Microsoft. O gerente de recursos humanos entrevista o rapaz, faz um teste (pede para ele varrer o chão) e lhe diz: “o serviço é seu. Me dê o seu e-mail para que eu envie a ficha de inscrição, a data e a hora em que você deverá se apresentar para o serviço”. O homem, desesperado, responde que não tem computador, muito menos e-mail. O gerente de RH disse então que lamentava o ocorrido, mas que para uma empresa de tecnologia a ausência de e-mail significava que virtualmente o homem não existia, e que, como não existia, não poderia trabalhar.

Faxineiro

O homem saiu desesperado, sem saber o que fazer e com somente 10 dólares no bolso. Decidiu então ir ao supermercado e comprar uma caixa com 10 quilos de tomates. Indo de porta em porta, resolveu vender os tomates a quilo e, em menos de duas horas, já tinha conseguido duplicar seu capital. Depois de repetir a operação mais três vezes, voltou para casa com 60 dólares.

Caixa de tomates

E assim o tempo passa. O homem verifica que pode sobreviver dessa maneira, sai de casa cada dia mais cedo e chega do trabalho cada dia mais tarde. Pouco tempo depois compra uma Kombi, depois a troca por um caminhão e chega a ter uma pequena frota de veículos para distribuição.

Kombi

Cinco anos depois, o homem se torna dono de uma das maiores distribuidoras de alimentos dos Estados Unidos. Pensando no futuro da família, decide tirar um seguro de vida. Chama um corretor, acerta um plano justo e, quando a conversa acaba, o corretor lhe pede um endereço de e-mail para enviar a proposta.

Prospota

O homem responde que não tem e-mail.

Curioso, o corretor lhe disse: “Você não tem e-mail e chegou a construir esse império. Imagine o que você seria se tivesse um e-mail!”.

E o homem responde:

“Seria faxineiro da Microsoft!”

 

Essa é uma das metáforas que mais gosto de contar em minhas palestras, pois acredito que podemos tirar muitas lições deste texto. Aqui estão as que mais chamam minha atenção:

1º Não se contente com a solução mais fácil.

Muitas vezes por medo de sair de nossa zona de conforto, nos contentamos em aceitar o caminho mais fácil que surge diante de nós. Ficamos ali enraizados nos antigos hábitos, nas escolhas de sempre, sem perceber que, talvez, algo melhor esteja nos esperando sendo necessário apenas dar um passo desafiador.

2º Quando vier o insight, aja!

Sejamos sinceros, o que seria mais fácil: gastar uma parte dos U$ 10 dólares em uma lan house para criar uma conta de e-mail e, bem rápido, estar finalmente empresa com salário fixo, vale alimentação, vale transporte, cesta básica e plano de saúde, ou gastar os U$ 10 com tomates para vender de porta em porta e se sustentar só com isso? A primeira opção fica até tentadora. E a segunda opção? Quando o insight vem, ele não marca hora e não agenda reunião. Portanto quando ele chegar, não perca tempo, siga-o!

3º Poucas coisas substituem o trabalho duro

Não importa o quão bom e valioso seja seu insight, sua ideia não serve para nada se você não for para a ação. É no agir que a magia acontece, na dedicação diária para construir algo sólido e real, que entregue valor e que gere resultado. Não é a ideia em si o mais importante, é a forma que você executa qualquer ideia. Lembre-se, muitas vezes a busca pelo ótimo e perfeito ofusca o que seria o arroz com feijão bem feito, e quando bem feitos matam a fome de qualquer um.

E você, quais foram as lições que esta metáfora te trouxe? Compartilhe com a gente aqui abaixo nos comentários.

E não esqueça que: #NosVemosNoTopo

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