Vivian Guilherme

Haja energia

A partir do próximo dia 27 de agosto, os consumidores começam a pagar mais caro pela energia elétrica. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou às concessionárias aumento de 35,97% (baixa tensão) e 40,97% (alta tensão). Um percentual bem maior que o índice de reajuste do ano passado, que ficou por volta de 6,1% e bem maior que a inflação do período.

O aumento já era esperado por grande parte da população. Afinal, a falta de água fez com que as concessionárias buscassem fontes alternativas de energia, com custos mais altos. Por um tempo o governo tentou ‘segurar’ o problema, com subsídios às concessionárias. Mas, obviamente, em algum momento, esse custo recairia sobre os consumidores. Entretanto, a expectativa era de que o aumento viesse apenas depois das eleições, prevendo a repercussão negativa que o aumento traria para a campanha.

Além do aumento, que já começa a ser repassado aos munícipes, a partir do próximo ano, outro custo pode recair no bolso do contribuinte. Em 1º de janeiro, as prefeituras assumem a iluminação pública, que até o momento é de responsabilidade das concessionárias. As administrações alegam que não há recursos no executivo para cuidar deste setor o que, possivelmente, pode significar – mais uma vez – problemas para os consumidores.

Algumas administrações falam em instituir uma Contribuição para o Custeio dos Serviços de Iluminação Pública, outras comentam sobre um consórcio regional. De qualquer forma, é bom o consumidor preparar o bolso se não quiser passar os próximos meses ‘no escuro’.

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