Vivian Guilherme

Copa, Pitty e mais

– COPA 
Muito foi falado sobre a abertura da Copa do Mundo no Brasil. Acostumados com grandes aberturas e apresentações diferenciadas. A brasileira decepcionou muita gente dentro e fora do país. Principalmente, por ter sido feita por uma belga. Com tantos brasileiros competentes, atuando no Carnaval e na festa de Parintins, realmente, soou estranho colocar uma pessoa da Bélgica (?) para cuidar do que os brasileiros sabem fazer tão melhor. Entretanto, alguns tentaram justificar a ‘pobreza’ do espetáculo com a imposição da Fifa, que teria uma grande lista de imposições. Dentre elas, um número limitado de pessoas, já que, o espetáculo é realizado no campo (gramado) onde será realizado um jogo na sequência. A desculpa pode até convencer, mas só dá para confirmar depois de ver a abertura das Olimpíadas. Aí, não tem desculpa. O Brasil vai ter que fazer bonito! 
 
– PITTY
A ícone jovem do rock acaba de lançar seu sexto disco, intitulado “SETEVIDAS”. Segundo a rockeira, a proposta do álbum é voltar às raízes da guitarra mais pesada, depois de anos tocando folk em uma dupla. Pitty diz que este é seu trabalho mais pesado, quase beirando o heavy metal. São apenas dez faixas, que considera concisas e precisas. Alguns temas, recorrentes, na carreira da cantora voltam como a crítica ao consumismo e a busca por renovação individual. O álbum também foi lançado em vinil, que, de acordo com a cantora é sua mídia preferida. Todos os álbuns da cantora também foram lançados em vinil. “Hoje eu basicamente escuto vinil e MP3. O MP3, na rua, na vida, e o vinil, em casa. E as coisas de que eu mais gosto, que eu quero ter de fato, eu tenho em vinil”, afirmou Pitty. Para gravar no formato vinil, a cantora precisou selecionar bem as músicas e restringir o repertório para apenas dez canções. E sobre suas influências, Pitty não titubeou em dizer que ouve de samba a rock, tudo um pouco. “Muitas coisas, sou uma dicotomia ambulante. Tem Jackson do Pandeiro, tem Clara Nunes e tem Dead Kennedys. Tem Bad Brains e Novos Baianos. Cada um tem uma coisa que me pega”, falou a baiana. 
 
– LIVROS
Uma universidade nos Estados Unidos está promovendo uma Copa do Mundo a favor na literatura estrangeira. Realizada por um programa da Universidade de Rochester, a iniciativa tem por objetivo divulgar a literatura estrangeira nos EUA, já que, o volume de livros estrangeiros no país corresponde a apenas 3% do mercado. A competição funciona com dois livros – cada um representando um país – e são colocados frente a frente e um ‘juiz’ elabora um jogo (em formato de resenha) e define o placar e o vencedor. O sistema é eliminatório e cada país que joga a Copa do Mundo tem um representante no projeto. A tentativa é, ainda, coincidir características da literatura de cada autor com o estilo da seleção atual.
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