Carlos Rossi faz análise do empate sem gols com Santo André no Benitão

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Matheus Pezzotti

Rubro-Verde teve mais presença ofensiva que o Santo André, principalmente nas laterais, mas pouco finalizou ao gol rival
Rubro-Verde teve mais presença ofensiva que o Santo André, principalmente nas laterais, mas pouco finalizou ao gol rival

Apesar de não ter marcado gol pela primeira vez nesta série A-2 no empate por 0 a 0 com o Santo André pela quarta rodada, na última quarta-feira, mesmo jogando em casa e com o apoio da torcida, o Velo Clube continua como o melhor ataque da competição. 

Com nove gols marcados, o Rubro-Verde jogou, desde os 32 minutos do primeiro tempo, com um jogador a mais, já que o meia Elvis foi expulso, mas deparou-se com a melhor zaga do campeonato, único time que ainda não sofreu gols. Apesar do pênalti desperdiçado por Leleco, o Velo Clube, com cinco desfalques, jogou melhor, foi mais ofensivo, porém pouco finalizou.

Para o técnico Carlos Rossi, além dos titulares que não jogaram por conta de lesão, casos do atacante Roberto, do zagueiro e capitão Tiago Bernardi, do meia Paulinho e do goleiro Carlão, e devido à suspensão do lateral-direito Oliveira pela expulsão contra o Mirassol, outro fator foi fundamental para que o jogo terminasse da mesma maneira como começou, sem gols.

“O Santo André tirou a nossa principal característica, que é a velocidade, aliada à transição rápida, com duas linhas de quatro. Jogamos com cinco modificações e nos portamos muito bem. A ausência do Oliveira foi muito sentida, perdemos a velocidade naquele setor e o apoio ofensivo no meio de campo. Mesmo assim fomos ofensivos, perdemos um pênalti, mas faz parte”, afirma.

Apesar do domínio, o Rubro-Verde também foi atacado e teve uma bola na trave em chute de Jean. Rossi até tentou modificar o time para um tipo de jogada específica, mas a boa distribuição dos jogadores do Ramalhão anulou esta iniciativa.

“Realmente faltou um pouco de finalizações de longa distância. O Santo André congestionou o meio de campo e tentei pelos lados. Mas o time jogou muito bem e a torcida compreendeu isso. Jogamos contra um time muito qualificado, um dos favoritos ao aceso e não foi fácil. Mas fico muito satisfeito mais uma vez pela entrega dos jogadores dentro de campo. Da vontade de jogar futebol, de ir para cima do adversário”, finaliza.

Esta é uma reprodução da notícia publicada na edição impressa do Jornal Cidade 

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