Câmara Municipal: protestos devem continuar, diz integrante

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Favari Filho

 Manifestações tiveram início devido à taxa de iluminação e somam demandas a cada semana durante as sessões da Câmara

Manifestações tiveram início devido à taxa de iluminação e somam demandas a cada semana durante as sessões da Câmara

Na próxima segunda-feira (27) acontece a Sessão da Câmara que, mais uma vez, deve contar com a presença massiva de manifestantes que buscam chamar a atenção para alguns pontos discutíveis da política local. Um dos assuntos que as pessoas que têm marcado presença no terceiro andar do Paço Municipal contestam é a CIP [Contribuição de Iluminação Pública], mais conhecida como taxa de iluminação. Desde que instaurada no mês de maio, a polêmica segue entre as rodas cotidianas da Cidade Azul e ganha força nas redes sociais.

Outras reivindicações também constam dos cartazes – que podem ser vistos aos montes e em um número crescente a cada reunião do Legislativo – entre as quais a que pede pela redução do salário dos políticos e/ou cargos comissionados. Para falar um pouco mais sobre o movimento, o Jornal Cidade conversou com o engenheiro Marcel Izzi, que atua no grupo de manifestantes que tem comparecido às sessões, e que esclareceu alguns pontos necessários para que o rio-clarense entenda melhor o ato cívico.

Izzi disse que a mobilização teve origem na revolta das pessoas com a cobrança da taxa de iluminação pública. “O ponto central é a moralidade. Acreditamos que não há mais espaço para aumentos de impostos, taxas e contribuições que tiram dinheiro do bolso do cidadão e desperdiça com salários, vantagens e mordomias para políticos.” O engenheiro pontuou que os manifestantes também defendem a diminuição dos vencimentos de vereadores, prefeito e comissionados, “pois o custo dos salários impacta diretamente no fato do prefeito dizer que ‘não tem um centavo para investir’ e, assim, justificar novas cobranças”.

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