Calor eleva o risco de doenças de verão

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Da Redação

A ingestão de muita água é recomendada para combater os efeitos do calor no organismo (foto: Roosewelt Pinheiro/ABr)
A ingestão de muita água é recomendada para combater os efeitos do calor no organismo (foto: Roosewelt Pinheiro/ABr)

Não se fala em outra coisa na rua: o forte calor que tem assolado o município nos últimos dias. Fora o mal-estar e a dificuldade para dormir, a temperatura em alta também contribui para o surgimento de doenças.

Desidratação, viroses, micoses, insolação e intoxicação alimentar são algumas das mais comuns. Dengue e leptospirose também se destacam. A população deve ficar atenta e investir na prevenção.

Muita gente não sabe, mas pedra no rim também está relacionada ao verão. De acordo com o Centro de Referência em Saúde do Homem, unidade da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, o atendimento desse tipo de caso aumenta 30% no período mais quente do ano. O risco de incidência é maior para quem tem familiares com a doença. A melhor saída é prevenir, aumentando a ingestão de água e diminuindo o consumo de sal, carnes e frituras.

No verão, aumentam os casos de diarreia causados por viroses sazonais, que podem levar a quadros agravados de desidratação. O calor facilita a proliferação de bactérias, que podem contaminar alimentos e causar intoxicações. Por isso, é muito importante observar a procedência e a conservação dos alimentos, além da higiene na preparação.

A exposição excessiva ao sol pode causar queimaduras na pele e insolação. O ideal é evitar ficar ao ar livre nos horários de sol mais forte, entre 10 e 16 horas. O bicho do pé é causado por pulga que é comum em ambientes com animais domésticos. A Vigilância deve divulgar em breve os casos de doenças de verão registrados em Rio Claro no ano passado.

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