Samuca: máscaras da vida

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Adriel Arvolea

A Samuca apresenta o tema-enredo “Com as máscaras da vida, tudo acaba em Carnaval”
A Samuca apresenta o tema-enredo “Com as máscaras da vida, tudo acaba em Carnaval”

Numa volta ao mundo, a Samuca canta “Salve o Pierrot e a Colombina, o baile de Veneza ‘Ball Masqué’, e no meu Brasil de encantos naturais, os índios celebravam os animais”. Com uma legião de mais de mil mascarados, a pentacampeã desbrava os mitos e a beleza que permeiam esse universo. Invade o imaginário e traz revelações no tema-enredo “Com as máscaras da vida, tudo acaba em Carnaval”.

Ao longo dos séculos, as máscaras preservam histórias, rituais, tradições e símbolos de diferentes povos. Seja para afastar espíritos maus, crendices na passagem da morte para a vida eterna, sacrifícios e até para expressar a arte, o ornamento manifesta muito além do que os olhos podem ver na vida cotidiana. Embarque nesta viagem e vista a sua fantasia, sem se esquecer da máscara, desde que seja da alegria, liberdade e do amor ao Carnaval.

Com as máscaras da vida, tudo acaba em Carnaval
COMPOSIÇÃO: Biro Biro, Rafael SP, Ratinho e Waguinho
Bem antes de Cristo nascer
Já existiam mascarados
Confundindo fatos naturais
Nos primitivos rituais
Um brinde ao Deus da fertilidade
Originou-se o Carnaval
No Ocidente se espalhou
E ao mundo inteiro conquistou
Pôs um sorriso de rei… num rosto
Cansado de dor!

O negro cantou a luz do luar
Sentindo a força dos seus ancestrais (BIS)
Exagerados, mascarados
Louvando aos orixás

Na Ásia, usada em cerimoniais
Mais tarde em funções sociais
No Egito, em sacrifícios cerimoniais
O Oriente espantava o mal
E no teatro é monumental
Salve o Pierrot e a Colombina
O baile de Veneza ‘Ball Masqué’
E no meu Brasil de encantos naturais
Os índios celebravam os animais

De azul e branco na avenida
É a escola do povo… mais querida
Põe sua máscara da vida (REFRÃO)
E vem com a gente
Chegou Samuca, amor… ritmo envolvente

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