Secretário traça eliminar déficit de moradias em Rio Claro

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Carine Corrêa

Novo secretário de Habitação detalha que um desafio é ‘acabar com o déficit de moradias’
Novo secretário de Habitação detalha que um desafio é ‘acabar com o déficit de moradias’

Em continuidade às entrevistas com os novos secretários municipais, nesta edição secretário de Habitação Anderson Rogério Golucci e secretária de Desenvolvimento Social Érica Cristina Belomi detalham qual a linha de atuação na próxima gestão.

Para Golucci, um dos principais desafios é eliminar o déficit de moradias no município. “Por ter participado da transição, analisei a situação habitacional em nosso município. Os desafios são muitos, acabar com déficit de moradia é um deles, e milhares de famílias sonham em alcançá -lo. Vamos identificar os projetos que estão em andamento, buscar recursos dos governos Federal e Estadual como o Minha Casa Minha Vida 3, o Casa Paulista, além de facilitar os trâmites que dificultam a viabilização de projetos de construção civil em nosso município. Quero contar com o apoio dos funcionários, para que se sintam valorizados e nos ajudem na construção de um projeto que tem como beneficiárias as famílias que tanto necessitam de um lar em Rio Claro”, comentou.

Para a Secretaria de Desenvolvimento Social, atender principalmente a periferia
Para a Secretaria de Desenvolvimento Social, atender principalmente a periferia

Érica Belomi ressalta que a experiência no setor privado na área social possibilitou diversas ferramentas para sua atuação no setor público. “A ideia é alcançar o serviço e promover o acesso para aqueles que precisam do poder público. Inclusive aquelas áreas mais remotas em que sabemos que existe muita deficiência em locomoção, acesso e logística”, ressaltou.

Sobre a problemática envolvendo pessoas em situação de rua, principalmente no Jardim Público e na praça ao lado do Terminal Rodoviário, na Avenida Tancredo Neves, Érica revela que um levantamento já foi realizado para identificar quais pessoas são de Rio Claro e quais são de outras cidades.

“São vários os perfis dessas pessoas. Esse tipo de trabalho envolve não apenas o Desenvolvimento Social, mas também outras áreas, como Segurança e Saúde. Temos conhecimento, por exemplo, de moradores de rua com deficiência. A ideia é fazer um trabalho voltado para o lado humano”, finaliza Érica Cristina Belomi.

Perfis

Anderson Rogério Golucci é advogado e ex-procurador-geral do município e foi nomeado como secretário municipal de Habitação, função antes ocupada por Maria José Stivalli.

Já Érica Cristina Belomi é coordenadora-geral da União de Amigos do Menor (UDAM), com bacharelado em Administração. Érica assume na próxima gestão de Juninho da Padaria (DEM) a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social.

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6 comentários

  1. Pelo amor parem de construir casas pra parar de cair imigrantes aqui!! Conheço um monte que vem de N lugares ficam uns 2 anos (até menos tem um casal que com 1 ano morando aqui conseguiu) e conseguem, enquanto quem é morador nativo demora pra caramba pra ser chamado (se for é claro) fora que essas construções populares para pessoas de baixa renda já foi comprovado mais de 70% pagam certinho apenas nos 3 primeiros anos depois param de pagar as prestações porque sabem que por lei, como é o único imóvel e são classificados “baixa renda” o governo não toma de volta, conheço vários que não abrem mão do churrasquinho aos finais de semana nem de vícios como o cigarro e a bebida mas deixam de pagar a prestação porque sabem dessa brecha, pior prestação de R$ 25,00 minha gente, é ou não é um absurdo? Com tantos imóveis a venda espalhados pela cidade (basta dar uma rápida olhada vai ver o tanto de plaquinha de vende-se) não é estranho ainda estar em déficit de habitação? Tem para todos os bolsos e gostos, mas brasileiro é malandro! Gosta das coisas fáceis, pra quê se matar de trabalhar e comprar um imóvel usado e pagar por 30 anos correndo o risco de mesmo ir à leilão pela falta de pagamento sendo que posso esperar, pegar um novinho e ainda se eu não pagar ninguém pode tomar ou me tirar de lá? A burocracia é a mesma para adquirir ambos. Depois reclamam dos políticos que são corruptos, mas a corrupção começa pelo próprio cidadão que faz esse esquema, já visando adquirir um bem sem a intenção de pagar pelo mesmo.

    • Concordo plenamente, pois tenho cadastro a 15 anos e para minha surpresa um ‘imigrante’ que trabalha comigo lá na empresa conseguiu uma casa própria da prefeitura sendo que o mesmo só tinha 2 anos de moradia de ‘favor’ aqui na cidade. Isso desanima qualquer um
      🙁

  2. Disse tudo o comentário anterior pois sou rioclarense e tenho o cadastro a onze anos e nada de ser chamadoainda muitos que pega não paga.

    • Eu também estou no cadastro da habitação há 15 anos nunca fui chamado nasci e cresci aqui, tem gente de Maceió. Maranhão e outros lugares que chegaram aqui na cidade com uma mão na frente outra atrás , ficam fazendo filho e vivendo de assistencialismo e ocupam diversas áreas indevidas na cidade ali perto do sobradão é um exemplo e saem de sua terra natal para vir aqui pegar casa de quem já é daqui. E nós esperando até hoje

  3. O novo governo precisa fazer um novo levantamento real da falta de moradias em Rio Claro, sem politicagem e com regras que impeça a ação da máfia de moradias populares. Moradores mais antigos e já radicados na cidade deve ter preferência. O governo tem que estar atento aos sinais de aparecimento de favelas ( invasões ).

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