Salão de Artes Plásticas tem mais de 80 obras em exposição

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Cultura

A 35ª edição do Salão de Artes Plásticas de Rio Claro foi aberta nesse sábado (17), no Centro Cultural “Roberto Palmari”. O evento faz parte das comemorações dos 190 anos de Rio Claro.

O salão reúne mais de 80 obras de 63 artistas, selecionadas entre as 293 obras inscritas, de 137 artistas, divididas entre as categorias Acadêmica e Contemporânea. Os autores são de seis estados brasileiros. As obras seguem em exposição até o dia 30 de julho, com visitação gratuita a partir de segunda-feira (19). A mostra pode ser vista de segunda a sexta-feira das 8 às 18 horas, no salão de exposições do Centro Cultural.

OBRAS

A classificação das obras inscritas foi realizada a partir de avaliação da comissão julgadora formada por Caciporé Torres, Carlos Zibel e Issao Minami. Na categoria Acadêmica, Luiz Carlos Pasqualini de Oliveira, de São Caetano do Sul, recebeu medalha de ouro pela obra “Senhor”. Ciro Júlio Cellurale, de São Carlos, ficou com a medalha de prata pela obra “Pra que isso?” e Adriano Padilha, de Pindorama, foi premiado com a medalha de bronze por “Nice e Mariluce”. Receberam menções honrosas Alam da Silva Lima, de São Paulo (“Nu Sobre Vermelho”); Jesser Valzacchi, de Catanduva (“Comemoração Solitária”); Celso Zonatto, de São Paulo (“Retrato de Pablo”); Claudia de Arruda Rodrigues Vieira, de Ribeirão Preto (“Memórias I”); e Wladimir Amoroso, de São Caetano do Sul (“Tailandesas”).

Na categoria Contemporânea, Cinthia Maria Camargo Ferragutti, de São Paulo, foi contemplada com a medalha de ouro pela obra “Ambiente Cidade”. Wesler Machado (Alma), de Limeira, recebeu a medalha de prata pelas obras “Linha 01”, “Linha 02” e “Linha 03”, e Tony Hajime Watanabe, de Cravinhos, ficou com o bronze pelas obras “Organico 1”, “Orgânico 2” e “Orgânico 3”.  As menções honrosas foram para Ana Maria Sanson, de São Paulo (“Momentum 16”); Edval Pessoa, de Ribeirão Preto (“Apologia ao cotidiano” I e II); José Maria Cazonatto, de Rio Claro (“Feições” 1, 2 e 3); Marina dos Anjos Verzutti Fonseca, de Bauru (“Percepção e Recortes Arquitetônicos – o que sobrou do céu”); Paulo Cesar Pereira dos Santos (“Rasante” 1, 2 e 3); Roger Julio Ramos, de São Paulo (“Glitch”); Rogerio Galvão Marques Neto, de São Paulo (“Rex Caecorum”); e Fernando Pimentel, de Limeira (“Antagonismo Altruísta”, “Humanal Desdita”, Contenda Sagrada”).

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