Daae registra boletim de ocorrência por atos de vandalismo em Batovi

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Divulgação 

O Departamento Autônomo de Água e Esgoto (Daae) registrou boletim de ocorrência na última terça-feira (16) por atos de vandalismo no distrito de Batovi. O tubo de alimentação da rede de distribuição de água vem sendo sistematicamente danificado causando desabastecimento em todo o distrito e, desta forma, prejudicando o fornecimento de água às residências, comércio e também na escola local. A polícia deverá abrir inquérito para investigar o caso.

O Daae informou que desde o início do ano por várias vezes o distrito de Batovi ficou temporariamente sem água em razão de vandalismo na rede de fornecimento. Somente na quinta e na sexta-feira da semana passada foram três ocorrências. Quando isto acontece, as equipes de manutenção vão até lá e fazem o conserto. Até agora ninguém foi pego em flagrante. Além de deslocar equipe até o local, o departamento também precisa enviar um caminhão pipa para encher mais rapidamente o reservatório que abastece o distrito, já que o enchimento fica mais demorado após o desligamento do sistema. De acordo com o Daae, isso representa prejuízos ao serviço público.

Adriana Sarti, diretora da escola municipal Dennizard França Machado, confirma que por várias vezes faltou água no distrito. Segundo ela, o problema vem ocorrendo desde o final do ano passado, principalmente no período da tarde. “Quando falta água, só conseguimos manter as atividades da escola porque temos reservatório”, declara.

O tubo de alimentação fica próximo a uma área invadida por várias famílias. São mais de 70 lotes invadidos e a prefeitura estuda como resolver o problema. A prefeitura informou que não irá admitir uma situação desta e que iniciou estudos para tomar as providências no sentido de desocupar aquela área pública. Há dias o município de Rio Claro ganhou a Comissão Deliberativa sobre a Ocupação Indevida de Imóveis Públicos Municipais, criada pela prefeitura para estabelecer diretrizes e ações que visem restabelecer a posse dos imóveis públicos municipais indevidamente ocupados. A comissão conta com representantes da prefeitura, do poder judiciário, promotoria pública e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

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